FUGA EM MASSA: Mais de 20 presos fugiram ontem ao fim da tarde, das celas da Polícia Judiciária no bandim. O bairro do Reno, nas traseiras das instalações desta polícia, foi o local escolhido para se refugiarem.



PAIGC ESCOLHE AUGUSTO OLIVAIS COMO PRÓXIMO PRIMEIRO-MINISTRO



Quando as coisas se complicam e as desconfianças se generalizam, mais vale confiar num familiar pouco amigo e bem conhecido, do que um distante e estranhamente desconhecido.
Depois de assinatura de acordo de Conakry, perante os tres nomes encomendados pelo José Mário Vaz ao homologo Alpha Conde para impor os assinantes, sob penas de Guiné-Bissau ficar eternamente condenada a crise.

Entre os nomes de Umaro Sissoko, João Mamadu Fadia e Augusto Olivais, a direção do PAIGC decidiu escolher Augusto Olivais, que já foi Secretário-geral do do partido, para liderar o futuro Governo Inclusivo até às eleições legislativas de 2018.

Esta escolha já foi defendida pelo líder do PAIGC, DSP na reunião de Conacri, perante os tres portões de escape abertos para folgar o cordão de enforque ao povo. E espera-se a confirmação em breve dessa figura pelo Chefe de Estado, José Mário Vaz através de um Decreto Presidencial.

Olivais até aqui, é membro do Comité Central do PAIGC, do Bureau político e actualmente, exerce simplesmente função de deputado de nação.

ÁFRICA OCIDENTAL PEDE ACORDO URGENTE NA GUINÉ-BISSAU PARA ACABAR COM CRISE POLÍTICA





Os países da África Ocidental pediram ontem aos dirigentes da Guiné-Bissau para que se entendam com urgência e acabem com a crise política no país, lê-se num comunicado da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

"A CEDEAO apela a todas as partes envolvidas na discussão em curso a aproveitar esta ocasião para pôr termo ao bloqueio institucional que afeta o país, atendendo aos superiores interesses dos cidadãos" e pede um acordo "urgente", refere-se no documento.

"A comunidade reitera a necessidade urgente de se chegar a um acordo durável para garantir a estabilidade da Guiné-Bissau", sublinham.

O presidente da Guiné-Conacri, Alpha Condé, na qualidade de mediador da CEDEAO, está a acolher na sua capital, desde terça-feira, uma mesa redonda de negociações com os dirigentes de Bissau - encontro ainda sem fim à vista, disse fonte no local à Lusa.

A reunião surge depois de Condé e Ernest Koroma, presidente de Serra Leoa, terem conseguido em setembro, numa visita a Bissau, que os dois principais partidos (PAIGC e PRS), o atual primeiro-ministro e o presidente do parlamento assinassem um compromisso de seis pontos.

O primeiro deles prevê a formação de um governo de inclusão, que consiga ver aprovado no parlamento o seu programa e um orçamento de Estado, e assim desbloquear o país e garantir estabilidade até ao fim da legislatura (2018).

Os outros cinco pontos preveem que uma reforma da Constituição, da lei da administração territorial, da lei eleitoral e dos partidos, que haja fortalecimento do sistema de justiça e que avancem as reformas nos sectores da defesa e da segurança.

"A CEDEAO reafirma o seu apoio à colocação em marcha do roteiro de seis pontos que deverá levar o país a seguir o caminho da coesão social e da erradicação progressiva da pobreza", conclui-se no comunicado.

Lusa/Conosaba/MO

FALTA DE CUMPRIMENTO DAS MEDIDAS DO GOVERNO GUINEENSE MOTIVA ESCASSEZ DE PEIXE NO PAÍS




A falta de peixe que se verifica nos últimos meses nos mercados do país tem a ver com o não cumprimento das medidas do governo que obrigam os barcos de pesca a desembarcarem só uma parte do pescado para o consomo nacional
Numa entrevista á Rádio Sol Mansi (RSM) o director do Centro de Investigação Pesqueira, Vitorino Incada, em nome de o ministro das pescas, a margem de a abertura do seminário de instalação do comité de seguimento de recursos marinhos, denuncia ainda que quando passam a licença uma parte em função de pescaria deve desembarcar uma certa quantidade de peixe para abastecer o mercado nacional.
“Tudo está explicado em função da pescaria. Já houve várias reuniões com os armadores para obriga-los a cumprir caso não cumprirem e vamos retirar as licenças da pesca”, ameaça.
Entretanto, também ouvido pela RSM, Mário Dias Sami, da Comissão Especializada para as Pescas da ANP, disse que é vergonha as pessoas se deslocarem a vizinha Senegal para comprar o peixe.
“O estado tem uma tarifa que dá aos nacionais para venderem. Então estas pessoas não desembarcam os pescados no país. Os únicos que desembarcam são os chineses. Então, teríamos que ter situações como estas. É vergonhoso quando temos que ter pessoas a irem ao Senegal comprar peixe que possivelmente saíram das nossas próprias águas”, lamenta Dias Sami, antigo Secretario de Estado das Pescas, que chama atenção na necessidade de haver uma banca de combustível, uma frota nacional e o investimento sério no apoio as pescas artesanais. 
A Guiné-Bissau é considerada um dos países com mais recursos pesqueiros da África ocidental, no momento em que a população continua sem acesso a peixe de qualidade para consumo nacional e os preços do pescado estão elevados.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Iasmine Fernandes com Conosaba/MO

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...