Aly Hijazi novo secretário nacional do PAIGC




Terminou na noite de segunda-feira a reunião do Comité Central do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder).

Reunidos durante três dias, os membros do órgão máximo do partido adotaram uma moção de louvor ao governo de Domingos Simões Pereira e saudaram o presidente da República, José Mário Vaz, apelando-o a construir «uma convivência sã e pacífica» com os outros pilares da soberania.

Durante a reunião magna, o secretário nacional do PAIGC, Abel da Silva, cujas divergências com o líder do partido e chefe do Governo têm sido patentes e constantes, apresentou a demissão, alegando «falta de condições técnicas, materiais e políticas para o cumprimento cabal» das funções inerentes ao seu cargo.

Abel da Silva, nomeado para as referidas funções em fevereiro de 2014, após o Congresso de Cacheu, no qual Domingos Simões Pereira foi eleito líder do partido, será substituído por Aly Hijazi, membro do Bureau Político do PAIGC e, até agora, responsável pelas relações exteriores do partido.

ONU apela às autoridades e à população para continuarem «vigilantes» em relação ao ébola

Símbolo da Organização das Nações Unidas (fotografia de arquivo) 


O chefe da missão da Organização das Nações Unidas (ONU) contra o vírus do ébola, Peter Graaf, pediu, esta quarta-feira, às autoridades e aos populares guineenses para que mantenha uma atitude vigilante para evitar que a doença entre no país.

«O ébola não chegou à Guiné-Bissau, mas todos têm que estar vigilantes», disse o representante da ONU, depois de um encontro com o primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira.

Peter Graaf disse que, durante a sua reunião com o governante guineense, salientou a importância de «estar tudo a postos», para ser dada uma «resposta rápida», na eventualidade de ser registado algum caso de ébola.
Abola



O Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, General Biague Na N’ Tam afirma que a prioridade dos militares, em tempo de paz é a produção agrícola

O Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, General Biague Na N’ Tam, afirmou esta quarta-feira, 24 de Junho, que a prioridades dos militares, neste tempo de paz é a produção agrícola, a fim de preservar a paz e desenvolvimento para sempre na Guiné-Bissau. O Chefe de Estado-Maior falava à imprensa durante a visita efetuada a um campo agrícola militar, na povoação de Fã Mandinga, leste do país (Região de Bafatá).

O General Biague Na N’ Tam disse na sua declaração que as Forças Armadas guineenses querem trabalhar muito na área da agricultura, sem descuidar da sua principal missão na defesa intransigente do território da Guiné-Bissau e seu povo, mas que, apesar da vontade dos militares de trabalhar para melhoria de economia do país, deparam-se com dificuldades de vária ordem nomeadamente a falta dos ferramentas para trabalhar nas bolanhas disponibilizadas pelo Estado.

A equipa de produção tem disponíveis apenas dois tractores, mas um está em manutenção e temos apenas um a trabalhar no campo”, sublinhou.

O CEMGFA disse neste particular que está disponível, para cada unidade militar, um número exacto de hectares para actividade agrícola, para a diversificação dos produtos e da dieta alimentar dos militares, porque têm que aproveitar a previsão feita pela meteorologia. De outra forma será um gasto inútil de energia sem resultados positivos.
"As forças armadas de uma nação constituem o conjunto das suas organizações e forças de combate e de defesa. Dependendo do país, as forças armadas podem adoptar designações oficiais alternativas como "forças de autodefesa", "forças militares" ou "exércitos".
Na grande maioria dos países, as forças armadas são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, geralmente sob a autoridade directa do ministro da Defesa ou equivalente e sob autoridade suprema do Chefe de Estado ou de Governo, dependendo do regime político. Destinam-se essencialmente à defesa militar do país, podendo também - se a lei nacional o permitir - colaborar na garantia dos poderes constitucionais e na defesa da lei e da ordem interna. 
As forças armadas são instituições nacionais autorizadas pela sua nação a usar a força - geralmente através do emprego de armas - em defesa do seu país (incluindo atacar outros países, em defesa dos interesses nacionais). Isso pode ser feito através do combate real ou da simples ameaça do uso da força. As forças armadas, muitas vezes, funcionam como sociedades dentro de sociedades, por terem suas próprias comunidades, leis, economia, educação, medicina e outros aspectos de uma sociedade civil. 
Ao estudo do emprego das forças armadas chama-se ciência militar. Em termos gerais, a ciência militar considera três níveis de actuação ofensiva e defensiva: o estratégico, o táctico e o operacional. Em todos os níveis, é estudada a aplicação do uso da força no sentido de ser atingido o objetivo desejado. 
O benefício mais óbvio para um país, ao manter forças armadas, está na proteção que elas oferecem contra ameaças estrangeiras. Existem também muitos benefícios menos óbvios. Por exemplo, nos últimos anos, as forças armadas têm sido amplamente empregues em operações de emergência civil em larga escala como é o caso do socorro a grandes catástrofes. Outro benefício menos óbvio é a força - muitas vezes submetil - que a posse de forças armadas eficientes dá à política diplomática e econômica externa de um país. Ainda outro benefício é o fato das forças armadas - pela necessidade de lidarem com situações de vida ou de morte, onde não podem existir falhas - levarem normalmente ao desenvolvimento de sistemas tecnológicos e de procedimentos de vanguarda, que depois são usados no âmbito civil. 
As forças armadas também podem ter impactos negativos e custos para o seu país. O mais importante destes é o custo económico, uma vez que a manutenção de forças armadas é bastante dispendiosa. Outro custo, sobretudo em países onde existe serviço militar obrigatório, é o desvio de um elevado número de recursos humanos para as forças armadas, provocando a sua escassez - especialmente no que diz respeito a quadros qualificados - em outros sectores de actividade que deles necessitam. Ler maisaqui»»"
O engenheiro agrónomo, Major Manuel da Costa, explicou que a bolanha de Fã Mandinga tem uma área de trezentos (300) hectares, mas que não é cultivada no seu todo por falta de meios e de sementes.
“Este ano conseguimos trabalhar 83 hectares de terra que já está com sementes a germinar”, assinalou o agrónomo, que entretanto, lembrou o trabalho feito no ano passado, mas que não teve grande sucesso devido a falta de chuvas.
Manuel da Costa recordou que, pela primeira vez, através da Secretaria de Estado do Plano e Integração Regional conseguiram fazer parte do Orçamento Geral de Estado, tendo conseguido um montante de 43 milhões de francos CFA para a produção das Forças Armadas.
“Estamos a trabalhar na diversificação dos nossos produtos agrícolas. Vamos produzir mandioca, inhame, batata-doce, milho, abóbora e manfafa. Também estão previstas a recuperação de outros lugares, onde serão cultivadas banana e ananás”, precisou. Com Odemocrata

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau disse acreditar que estão criadas as condições para o Governo passar a "dialogar de forma mais efectiva" com o Presidente da República

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau disse acreditar que estão criadas as condições para o Governo passar a "dialogar de forma mais efectiva" com o Presidente da República, durante um jantar com a comunidade internacional, em Bissau.
Domingos Simões Pereira quis assim "tranquilizar" os parceiros internacionais sobre a situação política do país e fez referência às decisões tomadas durante o último fim-de-semana na reunião do Comité Central do PAIGC - partido que lidera, que sustenta o Governo e que elegeu o Presidente da República.
"Não estaria a dizer toda a verdade se não dissesse que este momento é caracterizado também por alguma tensão", referiu, numa alusão ao relacionamento entre o Governo e o Presidente da República, José Mário Vaz.
Nesse sentido, "o PAIGC diagnosticou um conjunto de situações não favoráveis à criação de um ambiente positivo".
"Estivemos reunidos durante três dias e aprovámos um conjunto de resoluções que, na nossa perspetiva, irão remover um conjunto de elementos de distração que não têm permitido um fluxo bastante mais rápido da nossa comunicação e do nosso entendimento", acrescentou.
No comunicado final da reunião, o partido responsabilizou Baciro Dja, um dos vice-presidentes e ministro da Presidência do Conselho de Ministros, como um dos obstáculos ao relacionamento entre Governo e Presidente - sendo que Dja pediu demissão do executivo na terça-feira.
As razões do desentendimento ainda não foram esclarecidas.
O PAIGC substituiu ainda o secretário-nacional Abel Gomes por Aly Hijazi, após reconhecidas divergências entre o primeiro e Simões Pereira, igualmente sem detalhar os motivos.
Estas mexidas não devem ser vistas como uma "perturbação ao processo", mas antes como a "remoção de condições que estariam a emperrar o sistema", sublinhou hoje o primeiro-ministro.
Ao mesmo tempo, Simões Pereira recordou que o documento final do Comité Central exorta todos os titulares de órgãos de soberania "a encontrarem espaços de diálogo" e disse acreditar que "é isso que vai acontecer".
O primeiro-ministro disse ainda esperar poder discutir em breve com José Mário Vaz a saída do ministro da Presidência do Conselho de Ministros.
"Não tive até este momento condições de desenvolver esse assunto com o Presidente da República, mas acredito que nas próximas horas vamos ter condições de o abordar e propor ao país um quadro de normalidade governativa", sublinhou. Com RDP África

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...