ENQUANTO PRESIDENTE VAZ ESTIVER NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA O PAÍS NÃO SAI DA CRISE POLÍTICA-PCD

 
O líder do PCD advertiu em Bissau que, as eleições legislativas antecipadas apontadas no país não serão soluções, enquanto José Mário Vaz estiver a testa da Presidência da República.
Em conferência de imprensa, Vicentes Fernandes volta exigir o cumprimento integral do Acordo de Conacry que passa, segundo disse pela nomeação de Augusto Olivais ao cargo do Primeiro-ministro.
O presidente do PCD deixa claro que qualquer partido vencedor das próximas eleições, o seu candidato proposto ao cargo do primeiro-ministro, certamente será recusado por José Mário Vaz. E nessa “logica falsa e irónica” o político aponta o cumprimento do documento de Conacry.
Vicente Fernandes, disse que o mandato da notificação do maior órgão suprema da justiça legitimou a direção do seu partido saído na Quarta Convenção Nacional.
Com o efeito, o político do partido baguera solicita ao Vítor Mandinga vulgo Nado, para não utilizar doravante, os símbolos do PCD, porque foi expulso do partido.
Notabanca/MO

PRS NÃO FOI CONSULTADO SOBRE SUSPENSÃO DA RTP E RDP NA GUINÉ-BISSAU




O líder do Partido da Renovação Social (PRS) da Guiné-Bissau, Alberto Nambeia, disse hoje à Lusa que o partido não foi consultado nem antes nem depois da decisão do Governo de suspender as emissões da RDP e RTP-Áfica no país.

"É uma decisão do Governo sobre a qual o partido não foi consultado nem antes e nem depois", afirmou Alberto Nambeia.

Para já, o PRS não quer assumir nenhuma posição em relação ao fecho das emissões, adiantou Nambeia, que prometeu falar do assunto assim que receber uma orientação dos órgãos do partido.

"Eu funciono de forma colegial, sempre foi assim e assim vai ser", notou o líder do PRS, referindo-se ainda a uma posição do partido relativa à suspensão das atividades e das emissões da RDP e RTP-África na Guiné-Bissau.

O PRS é a segunda maior força política do país e faz parte do Governo liderado pelo primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló.

Na sexta-feira, o ministro da Comunicação Social guineense anunciou a suspensão das atividades da RTP, da RDP e da agência Lusa na Guiné-Bissau, alegando a caducidade do acordo de cooperação no setor da comunicação social assinado entre Lisboa e Bissau.

No entanto, posteriormente, anunciou que o Governo guineense recuou na decisão de suspender a atividade da agência Lusa naquele país, mantendo-se a decisão no caso da RTP e RDP.

O Governo de Bissau alegou que não recebeu qualquer resposta ao pedido de revisão do protocolo de cooperação na área da comunicação social entre os dois países, algo que o chefe da diplomacia portuguesa nega.

"Recebemos no passado dia 07 de junho uma proposta de revisão do protocolo na área da comunicação social", que foi dirigida ao Ministério da Cultura português, explicou Augusto Santos Silva. "Essa proposta foi reencaminhada para a RTP, empresa pública, para que ela desse o seu parecer e, do nosso ponto de vista, os trabalhos necessários [para iniciar a renegociação] estão em curso. Ao contrário do que ouvi dizer ao senhor ministro da Comunicação Social da Guiné-Bissau, o ministro da Cultura [português] respondeu à carta", disse Augusto Santos Silva.

O atual Governo da Guiné-Bissau, de iniciativa presidencial, não tem o apoio do partido que ganhou as eleições com maioria absoluta e este impasse político tem levado vários países, entre os quais Portugal, e instituições internacionais a apelarem a um consenso.

Conosaba/Lusa/MO

GUINETEL E GUINÉ-TELECOM AO CAMINHO DE RENASCIMENTO


A empresa Guiné-Telecom e Guinetel volta a ser notícia em destaque nas telecomunicações do país.
Isto porque, o “relançamento e reformas estruturais dependem dos trabalhadores da empresa”.
Afirmou no dia 30 de junho em Bissau, o ministro dos Transportes e Telecomunicações, Fidelis Forbs, durante um encontro tido com funcionários, no qual garantiu para breve uma solução para os trabalhadores da instituição, que vivem entre a penúria e esperança.
 
“É necessário, e urgente restruturação da empresa, apesar de ser difícil. O país não pode ficar sem operadora nacional, daí que a prioridade do ministério é restruturar e relançar a imprensa,” garantiu Forbs.
O político garante que há várias solicitações para a administração da empresa. Admitindo que num prazo de 90 dias, o problema vai ser resolvido de forma sustentável.   
David Mingo, presidente do sindicato dos trabalhadores mostrou-se satisfeito com mais uma promessa do titular da área, esperando que não seja apenas mais uma simples promessa para obter ganhos políticos.
Notabanca/MO

GUINÉ-BISSAU: GOVERNO E UE MANIFESTAM DIVERGÊNCIAS RONDA NEGOCIAL SOBRE PESCAS





Bissau - A quarta ronda de negociações do acordo de pescas entre a União Europeia e a Guiné-Bissau foi marcada por divergências sobre a contrapartida financeira europeia, disse  a fonte europeia à LUSA.

No entanto, segundo a mesma fonte, as duas partes manifestaram a vontade de regressar em breve às negociações, de modo a ultrapassar questões financeiras e técnicas que permitam a entrada em vigor do acordo, em Novembro de 2017.

A contrapartida financeira que a União Europeia (UE) paga para os seus navios, nomeadamente portugueses, pescar nas águas guineenses é a principal divergência, salientou a fonte europeia.

Bruxelas contribui com 9,5 milhões de euros anuais (os acordos são renegociados a cada quatro anos) e Bissau quer ver essa verba aumentada.

A Comissão Europeia quer que a contribuição financeira seja baseada numa avaliação séria e mais realista dos preços e modalidades.

Segundo a mesma fonte, falta o acordo para aplicar um sistema de quotas de pesca, tendo Bruxelas declarado a sua disponibilidade para ajudar a Guiné-Bissau a nível técnico, no sistema electrónico de controlo das capturas.

No entanto, a UE considera que o Sistema de quotas proposto pela Guiné colocaria um peso desproporcional sobre a frota da UE, o que tornaria suas actividades economicamente inviáveis.

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...