GUINÉ-BISSAU: PR DO SENEGAL DE VISITA ENTRE 20 E 23 DE ABRIL





O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, anunciou ontem que o seu homólogo do Senegal, Macky Sall, deve visitar o país nos próximos dias. 

Fontes do governo disseram à Lusa que Sall deve visitar Bissau entre os dias 20 a 23 deste mês mas não revelaram a agenda da deslocação.

De partida para uma cimeira extraordinária da União Económica e Monetária da Africa Ocidental (UEMOA) na Costa do Marfim, José Mário Vaz, disse que vai aproveitar o encontro de Abidjan para falar com o seu homologo senegalês sobre a situação política na Guiné-Bissau.

O líder guineense disse que «provavelmente» terá também um encontro de trabalho com o seu homólogo da Costa do Marfim, Alassane Ouatarra, se a agenda dos dois assim o permitir, para trocarem impressões sobre a situação politica guineense.

José Mário Vaz, que regressa ainda hoje a Bissau, afirmou que vai informar os seus pares da UEMOA sobre os últimos desenvolvimentos políticos no país.

Quanto à visita do Presidente do Senegal a Bissau, o Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados (MCCI), plataforma que reagrupa várias organizações da sociedade civil, na sua maioria associação associações juvenis, considera de «indesejada a vinda de Macky Sall».

O líder do MCCI, o jurista Sana Canté, disse, em conferência de imprensa, que Sall vem a Bissau assinar um «acordo ruinoso» para Guiné-Bissau, que resultará da partilha de reservas de petróleo existente no mar fronteiriço dos dois países.

Segundo Sana Canté, o suposto acordo a ser assinado durante a visita do Presidente do Senegal, vai permitir que aquele país fique com 85 por cento do recurso e a Guiné-Bissau «apenas com 15 por cento», sublinhou.

O líder do MCCI promete manifestações pacíficas nas ruas de Bissau durante os três dias de visita «para que Macky Sall possa perceber que não é bem-vindo» na Guiné-Bissau, frisou Canté.

Conosaba/Lusa/MO

APU-PDGB ACONSELHA CARLOS GOMES JÚNIOR PARA PERMANECER AINDA NO ESTRANGEIRO


Assembleia do Povo Unido - Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB) declina as ideias do regresso de Carlos Gomes Júnior, antigo primeiro-ministro, ao país.
Baptista Té, um dos vice-presidentes da APU-PDGB disse que o momento não é oportuno, e pede os seus mentores para se apresentarem garantias de segurança para o efeito. Pedindo as pessoas, para recordarem sobre o regresso do falecido Presidente, Nino Vieira, morto na sua residência a sangue frio. 
Marciano Indi, secretário-geral do partido, volta a pedir o Chefe de Estado José Mário Vaz, a demitir o Governo, por não ter conseguido aprovar o seu instrumento de governação, no Parlamento.


Notabanca/MO

"UMA POLÍTICA POPULAR E DEMOCRÁTICA: A SOCIAL-DEMOCRACIA GUINEENSE" - LUÍS GOMES DO APU-PDGB



O APU-PDGB, assume-se como um partido popular, social e democrático. Tal quer dizer que somos um partido essencialmente participativo, deliberativo e representativo, no qual se discutem e confrontam abertamente diferentes projetos e perspetivas do que poderá ser o futuro. 

Para NÓS, o futuro não está determinado, nem se encontra depositado em grupos autodesignados que se proponham moldar a sociedade de acordo com a sua visão daquilo em que ela se deverá tornar, ignorando, numa atitude elitista, os projetos, referências e expectativas dos cidadãos.

 Assim, a relação essencial do APU-PDGB,  com a sociedade deve ser GENUINAMENTE REPRESENTATIVA. 

Consequentemente, a forma político constitucional mais coerente com estes pressupostos é providenciada por um sistema democrático essencialmente assente na REPRESENTAÇÃO e na PROXIMIDADE entre eleitos e eleitores. 

Além disso, por ser um PARTIDO SOCIAL, o APU-PDGB, em nome do valor da JUSTIÇA SOCIAL e da regulação dos equilíbrios sociais, expressa na sua ação e concretiza nas suas políticas a solidariedade, quer entre grupos sociais, étnico e etários, quer entre zonas geográficas, elemento indispensável na construção de uma SOCIEDADE PRÓSPERA. 

Em sentido último, o propósito político fundamental do APU-PDGB,  consiste em contribuir para o desenvolvimento na Guiné - Bissau  de uma DEMOCRACIA ADAPTADA a nossa realidade ÉTNICA -SOCIAL e de uma SOCIEDADE ABERTA, LIVRE e SOLIDÁRIA. 

E concorrer para a constituição de um ESTADO ATIVO e EFICAZ, mas não invasivo; ENÉRGICO, mas não OMNIPRESENTE; dotado de AUTORIDADE POLÍTICA, mas respeitador da INICIATIVA, da LIBERDADE e da PLURALIDADE dos seus cidadãos.

«FOTO/JOMAV» CONFERÊNCIA: CHEFES DE ESTADO E DO GOVERNO DA UEMOA EM ABIDJAM




Dr. José Mário Vaz, Presidente da Guiné-Bissau participou ontem (10/04) na Sessão Extraordinária da Conferência dos Chefes de Estado e do Governo da União Económica Monetária Oeste Africana (UEMOA), que decorreu em Abidjan, Costa do Marfim.

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...