PAIGC ACUSA TGB E RDN DE PRESTAREM SERVIÇOS DESPRESTIGIANTES DETURPANDO INFORMAÇÕES


O PAIGC acusa a Televisão da Guiné-Bissau (TGB) e a Rádio Difusão Nacional (RDN) de censura política dos actos públicos do partido.
Numa carta dirigida hoje dia 06, ao Conselho Nacional de Comunicação Social e que Notabanca teve acesso, o partido acusa a TGB de prestar um serviço desprestigiante, por ter noticiado ontem a chegada do presidente do partido, utilizando imagens dos adversários.
O PAIGC considera a actuação dos órgãos públicos de informação de vergonhosa e que desprestigia o jornalismo guineense, pelo que solicita a intervenção do Conselho Nacional da Comunicação Social para por cobro a situação.


Notabanca/MO

ALBERTO NAMBEIA ACREDITA QUE O ATUAL GOVERNO DA GUINÉ-BISSAU VAI ATÉ FINAL DA LEGISLATURA




Alberto Nambeia, líder do Partido da Renovação Social (PRS), que sustenta o Governo da Guiné-Bissau, disse ontem acreditar que o executivo de Umaro Sissoco Embaló vai ficar em funções até ao fim da legislatura, em 2018.


"Estamos a ouvir por estes dias que o Governo vai cair", mas "este Governo vai até ao final da legislatura", considerou Alberto Nambeia, num comício popular com militantes do PRS na localidade de Ingoré, norte do país.

O dirigente falou no mesmo dia em que o Presidente da República vai reunir o Conselho de Estado para analisar a situação política do país.

O líder dos "renovadores" guineenses criticou quem trabalha "com intenções" de bloquear, no Parlamento, a ação do Governo, para fazer com que o Presidente da República demita o executivo.

"Isso não vai acontecer, o Governo vai até ao fim da legislatura", disse Nambeia, mas sem detalhar como.
O líder do PRS desafiou os que contestam a equipa a "abrirem o Parlamento" para que se possa saber se os deputados estão a favor ou contra o executivo - Alberto Nambeia disse acreditar que a maioria apoia o Governo.

Divergências internas no PAIGC, partido mais votado em 2014, e entre este e o PRS têm bloqueado o parlamento: desde a demissão do Governo de Domingos Simões Pereira, em 2015, já foram nomeados outros quatro, mas nenhum conseguiu fazer aprovar o programa ou Orçamento do Estado.

Conosaba/Notabanca/MO


Movimento dos Cidadãos Conscientes e Inconformados: Próxima manifestação - dia 11 (em Bissau e Lisboa)



“REUNIÃO DO CONSELHO DE ESTADO MOVIDO PELAS CALUNIAS E INSULTOS”




















O líder do PAIGC Domingos Simões Pereira sentado no meio do do Primeiro-ministro Umaro Sissoco Embaló  e o ministro do Comercio e Promoção Empresarial.

Fontes de Notabanca indicam que “há intenções de fazer continuar o actual governo do Sissoco até ao fim da legislatura e organizar eleições”.
“A posição está a ser apoiado pelo PRS, Governo, alguns deputados do grupo dos 15, deputado do PCD e alguns membros do Conselho de Estado”. 
O PAIGC por seu lado defende o cumprimento do acordo de Conacri, como saída viável a crise politica.
A saída do encontro, o presidente da Assembleia Nacional Popular acusa o chefe do estado, de usar a reunião do Conselho de Estado como um meio para insultos e difamação. 
Cipriano Cassamá disse ainda que, a reunião foi uma máquina montada por José Mário Vaz para lhe injuriar. Com tudo entregou a este um documento com propostas para a saída da crise politica.
"Presidente da República não quer sair da crise. PR tem que cunmprir com o acordo de conacri. Caso contrario não podemos fazer nada, disse Cassamá.


















O líder do PAIGC alinha-se no mesmo rolo Afirmando que encorajaram ao José Mário Vaz para se considerar a proposta do presidente da ANP.
Domingos Simões Pereira esclarece que: “A formatação da reunião visa objectivos que não visam ajudar a situação política nacional”, garantindo detalhar numa conferência de imprensa a realizar terça-feira na sede do PAIGC. 
Victor Mandinga, cuja presença no encontro já havia sido posta em causa pelo PCD, por ter anunciado que não o vinculava, disse alinhar com José Mário Vaz, em defesa de que, os nove deputados da Comissão Permanente não podem impedir o funcionamento do Parlamento.
Carga explosiva no meio dos líderes políticos da Guiné-Bissau.
A ver vamos!


Notabança/MO

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