«COMUNICADO DE IMPRENSA/PRS» PRS E PAIGC EM ACUSAÇÕES MÚTUAS SOBRE A NOMEAÇÃO DO NOVO PM



O PRS reage contra o recente comunicado do PAIGC, desafiando os libertadores para se divulgarem documento em que consta o nome de Augusto Olivais, como consenso para liderar o futuro Governo Inclusivo na Guiné-Bissau.
 Ler o comunicado:



Conosaba com Notabanca/MO

QUEDA DO GOVERNO DE BACIRO DJÁ IMPOSSIBILITA MARCHA DA CONAEGUIB



A Confederação Nacional Estudantil de Guiné-Bissau (CONAEGUIB) desconvocou a marcha prevista para passada quinta-feira, (17 de Novembro) dia internacional dos estudantes como forma de protesto a paralisação no sector do ensino.
Durante uma conferência de imprensa esta manhã em Bissau, Fidélis Biombo Cá disse que desconvocaram a greve para não complicar ainda mais a situação vigente no país.
“ Primeiro, é para não complicar a situação que já está complicada. Criar tumultos sociais e políticos-só para agudizar as crises que já estão tensas”, para depois concluir que com a queda do governo, “ o país tornou ingovernável, e a marcha não trará neste momento soluções nenhuma pois não há entidade política com quem se dirija enquanto legítimo e directo interlocutor”, sublinhou.
Por outro lado, o dirigente estudantil afirmou que com a formação de um novo governo haverá soluções a este ano lectivo, “ pois não ficou de braços cruzados” para isso exige uma cimeira entre os actores nacionais do sector educativo e o grupo P5 (Nações Unidas, União Africana, CPLP,CEDEAO e a união Europeia).
A confederação reconheceu que embora com a cíclica crise politica que assola directamente o sector educativo, não vão deixar de erguer suas vozes face a situação nacional.
Por: Nautaran Marcos Có/radiosolmansi com conosaba/MO

O PAIGC NÃO ESTÁ EM CRISE!


Foi este, o consenso do encontro de quadros técnicos simpatizantes do partido, CONQUATSA, convocada ontem, dia 15 de novembro, que teve lugar no Salão Nobre Amílcar Cabral, na sede nacional do partido.
Num debate de ideias aberto, franco e descomprometido os vários intervenientes que usaram da palavra, foram unânimes de que: o grupo dos 15; o PRS e o Suprema Tribunal da Justiça é que estão em crise e o seu principal responsável, tem um nome: “Sua Excelência, o presidente da República, Sr. JOMAV.”
A reunião foi aberta pelo presidente do partido, Domingos Simões Pereira, que ao falar da interação dinâmica da base ao topo, que vem sendo empreendida pela sua direção, com base em suas orientações ideológicas, de entre os quais, o centralismo democrático, questionou: “hoje quais são as tendências... quais as lições devemos recolher?
Em sua modesta opinião, os militantes do partido devem analisar as causas e as razões das crises no seio do partido, face ao legado do fundador da nacionalidade, Amílcar Cabral e a transformação estrutural que se pretende operar.
Orientando, a sua alocução de forma pedagógica, por intermédio de uma tabela, que à moda francesa se chamaria “caneva”, distribuída a audiência, lançou pistas para um debate que deixou em aberto, para eventuais comentários dos participantes, que passo a citar:
1º Sector/Domínio /2º Amílcar Cabral /3º Tendência atual (questionamento) 4º Aprendizagem Qual a nossa atitude face às escolhas/:
Objectivo Político: 
Construção de uma nova sociedade – mais justa, mais equilibrada, mais desenvolvida;
Conquistar o poder pelo poder – “o partido não é a santa casa da Misericórdia”;
Renovar os fundamentos ideológicos do partido;
Presença do partido: 
As seus verdadeiros e melhores militantes – aqueles que todos os dias se forçam por tornar o partido melhor; 
A quem paga “ quem assume as despesas do partido;
Trabalhar para a autonomia e auto-sustentabilidade do partido;
Princípio Organizativo: 
Centralismo democrático – critica e autocrítica: cadeia de auscultação “ da base ao topo; cadeia de decisão “ do topo à base; 
Anarquismo “ não existe nem no topo e nem na base e por cada promoção a exigência de mais direitos;
Democracia “ inclusiva e participativa: todos contam e os melhores lideram
Modelo organizativo “Unidade e Luta” – mobilizar e sensibilizar as massas em torno do Programa Menor e preparar o Programa Maior;
Iniciativas individuais e a conquista de posições internas para afrontar a direção; Concepção – programação – disseminação – Execução – controlo;
Cargo político/público: 
Assumindo em nome e representação do partido “ Oportunidade para servir e não para ser servido; 
Prémio individual pelo esforço feito “a campanha serve para reclamar direitos; Apresentação de contas ao partido e ao povo;
Responsabilidade financeira e patrimonial: 
Dos militantes – verdadeiros donos do partido;
Do presidente e da direção “aqueles que receberam a maior fatia do bolo; 
Autonomia, sustentabilidade, responsabilização;

Num outro quadro sobre “a difícil conciliação entre o exercício da democracia, o respeito pelos princípios do partido e a observância da disciplina”, analogicamente, teceu considerações sobre os eventos realizados pelo partido, desde o seu VIII Congresso, em 2014 à Formação de governo – fim da legislatura, em 2016, comentando os aspetos da Acusação – versão enviesada, em que entre outros pontos, para demitir o governo, destaca-se a: “Corrupção e nepotismo, Nova configuração da ANP, Nova maioria”; para inviabilizar o Acórdão de Conacri, declara-se “Impossível aplicar sem reintegração pela dos 15 que devem retomar os seus lugares e competências nos órgãos do partido; e para a nova formação do governo, de que “O PM deve ser sobretudo da confiança do Presidente da República”. Perante à Realidade há “Tentativa de sequestro dos direitos e responsabilidades outorgados pelo povo”; “Tentativa de descredibilizar o acordo e transferência de responsabilidades; “15+PR+PRS presos por um acordo; e ingerência direta nos assuntos do partido” e “O acordo de Conacri já produziu um consenso sobre a figura do PM e a formação do governo, respeita a constituição. Quanto, a Lição apreendida, entre outras “Dominar e respeitar os princípios da convivência democrática; defender a verdade” (fim de citação).

O debate que se seguiu, foi extremamente participativo. Todos fizeram questão de opinar. Manifestaram a sua satisfação pelo encontro, a sua surpresa pelo facto de o partido, em vez de concentrar a análise na crise política vigente, ter colocado o acento tónico em suas questões estruturais internais, tais como: a política de inclusão do partido, com vista a unir o partido e o Estado da Guiné-Bissau, a escolha do Cabeça de Lista, dos deputados, qual deve ser o perfil dos candidatos, a realização da Convenção Nacional, o Congresso da UDEMU, da JAAC, a Conferência da CONQUATSA, o recenseamento biométrica a decorrer, na Boa Governação, etc, etc.
No fim, sugeriu-se que a CONQUATSA, enquanto um órgão consultivo, continuasse a dar largas a sua iniciativa, agrupando de forma estrutural, no seu seio os quadros, por áreas de interesse profissional, no sentido destes puderem permanentemente subsidiar de forma efetiva, o partido com as suas válidas contribuições técnicas, e que a Escola de Formação Ideológica do Partido Amílcar Cabral seja retomada.
Marcaram presença nesta efeméride, o 1º vice presidente, Carlos Correia, o secretário Nacional, Ali Hijazi; o líder da bancada parlamentar, Califa Seidi; secretário pela comunicação, Cancan Barbosa e os responsáveis das organizações de massa: da UDEMU, Blony Nhama Namtamba Nhasse e Adiato Nandingna; da JAAC, Victor Naneia e do José António Cruz Almeida, em representação da CONQUATSA.
Bissau, 16 de novembro de 2016
Carlos Vaz

PR VOLTA A AUSCULTAR PARTIDOS COM ACENTO PARLAMENTAR


O presidente da Republica (PR), José Mário Vaz, ouviu, na passada quarta-feira (16/11), mais uma vez, as forças políticas com representação parlamentar com vista a nomeação de um novo primeiro-ministro. Depois de o encontro os partidos auscultados continuam de costas voltadas em relação ao acordo de Conacri
Á saída, o primeiro vice-presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo-verde (PAIGC), Carlos Correia, disse que durante o encontro o presidente José Mário Vaz não apresentou o nome de o novo primeiro-ministro mas o seu partido mantém a sua posição em respeitar o acordado em Conacri.
“Se o presidente nomear uma outra pessoa diferente do seleccionado em Conacri o acordo deixará de existir. Se faltar uma vírgula consideraremos o acordo como não existente”, adverte.
Vítor Pereira, porta-voz do Partido da Renovação Social (PRS), deixa a entender que o seu partido irá apoiar qualquer nome indigitado pelo chefe da nação para dirigir o próximo governo.
“O seu partido é o subscritor de o acordo de Conacri e tem por hábito de honrar os seus compromissos e só espera que os outros façam o mesmo”, disse o porta-voz dos renovadores que preferiu não adiantar o nome apoiado pelo partido.
Questionado sobre a declaração de o secretário-geral dos renovadores em negar o nome de Augusto Olivais, Vítor Pereira disse que o PRS não maioria embora reafirma a sua posição e tem as suas preferências.
Já para Vicente Fernandes, do PCD, disse que se o presidente da república não nomear Olivais “com urgência” seria de total discordância e seria ele (José Mário Vaz) o responsável pela manutenção do caus e das eventuais crises imprevisíveis que podem assolar o país a vários níveis.
“Perante esta situação incontornável solicitamos e pedimos o presidente da república que ponha em prática, o mais rápido possível, o acordo de Conacri porque outra escolha será da sua total responsabilidade. (…) Cabe ao presidente da república cumprir aquilo que é aspiração deste povo, nomeando Augusto Olivais tão rápido quanto possível”, defende.
Entretanto Agnelo Regala, líder da União para a Mudança (UM), disse que a sua formação política defende o respeito integral do acordo de Conacri e espera “o bom senso” por parte do presidente José Mário Vaz.
Iaia Djalo, do Partido Nova Democracia disse que o PND apoia a decisão de o presidente escolher um nome da sua confiança para liderar o governo.
Cumprida as formalidades o país continua espera da decisão de José Mário Vaz em nomear um novo primeiro-ministro depois de demitir o governo de Baciro Djá.
Continua o impasse político no país e para a sexta-feira o Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados tem projectado uma marcha para pedir o fim da crise política depois de as autoridades do país impedirem uma vigília, na segunda-feira, na praça dos heróis nacionais.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos/radiosolmansi com Conosaba do Porto/MO

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...