FEDERAÇÃO DE FUTEBOL DA GUINÉ-BISSAU NOMEIA SR. MAMADU SARIFO DJALO COMO O SEU REPRESENTANTE EM FRANÇA






Sr. Mamadu Sarifo Djalo

GUINÉ-BISSAU: AMIC PREOCUPADA COM AUMENTO DE CASAMENTO FORÇADO NO PAÍS



A Organização de Amigo das Crianças (AMIC) diz estar preocupada com a actual situação de casamento forçado e gravidez precoce no país, sendo que a organização continua a receber regularmente casos desta prática a nível nacional
Sobre as denúncias em relação ao aumento deste caso no país e principalmente no interior, a Rádio Sol Mansi (RSM) falou com o administrador da AMIC, Fenando Cá, que esta situação deve-se na actual circunstância do país.
Por uma parte tem a ver com a situação da pobreza que obriga os pais a levarem as filhas para o casamento forçado. 
“O marido paga um dote. Nestas circunstancias a menina é tratada como uma mercadoria que está a ser vendida. Porque o dote fixa -se em um montante. Outros pedem cabras, zinco, carneiro, vacas e outros bens”, lamenta.
A AMIC tem um centro de acolhimento que se encontra em Bissau. Actualmente recebe mais de 50 meninas, a maioria abandonada pelos familiares. 
(...)
Segundo dados do ano passado 22 por cento de meninas com idade compreendida entre os 20 e 24 anos foram casadas antes dos 18 anos de idade.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos / Iasmine Fernandes com Conosaba/MO

ONU SAÚDA CONVERSAÇÕES EM CONACRI MAS O IMPASSE AINDA CONTINUA



O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, saudou as conversações entre dirigentes da Guiné-Bissau no sentido de acabar com a crise política no país, anunciou o seu porta-voz num comunicado divulgado hoje na capital guineense.

"O secretário-geral saúda o início de um diálogo inclusivo entre os líderes políticos, sociedade civil e as comunidades religiosas da Guiné-Bissau", refere a nota.

As partes envolvidas estão reunidas na Guiné-Conacri e o diálogo encetado é visto como "um primeiro passo decisivo na implementação do roteiro da Comunidade Económica dos Estados de África Ocidental (CEDEAO) para acabar com a crise política".

Saudações bem vindas, mas coincidentes com a discórdia cujo os indício não deixava duvidas que o desentendimento ainda continua no pensamento dos políticos guineenses.

Ao que se sabe, o principal ponto de discórdia das conversações, continua ser quem vai liderar o governo Inclusivo e quais serão as pedras componentes desse governo. 

Quanto a reconciliação e reintegração do grupo "Os 15" proposto pelo mediador Alpha Konde, conforme Inácio Correia, a delegação do PAIGC aceitou, mas ao contrario disso "Os 15" disseram não estarem preparados para discutir esta proposta e que segundos eles, essa questão deverá ser tratada em Bissau.

Foi daí  interrompidas e tudo indica que a frustração de mais uma tentativa de ultrapassar a crise é a coisa mais provável, porque custa e muito ao PAIGC abrir a mão perante ao que sempre consideraram "a sacrificada conquista eleitoral".

Texto da Conferencia de Imprensa

A Guiné-Bissau  tem vindo  a viver há mais de  um ano, a instabilidade politica, tendo como origem,  quezílias entre actores políticos e,  essa situação provocou dificuldades no funcionamento da Assembleia Nacional Popular e no Governo.

O país, o povo e os parceiros aguardam com grande expectativas o cumprimento de acordo patrocinado pela CEDEAO, onde os principais actores políticos assumiram o compromisso de viabilizar a estabilidade governativa e parlamentar até ao fim da presente  legislatura.

Neste momento decorre na Republica irmã da Guine-Conacri, sob alto patrocínio da CEDEAO uma importante reunião de mediação para busca de mecanismos de implementação do referido acordo, com vista a obter soluções concentaneas para saída da crise politica e económica que o país enfrenta.

Excelências,
O país esta praticamente parado em consequência desta crise protagonizada pela classe politica guineense.

O povo está cansado dessa situação! 
O povo escolheu soberanamente os seus dirigentes  através duma eleição democrática em que se esperava  que os mesmos se empenhassem no cumprimento dos respectivos mandatos, mormente,  os compromissos eleitorais, deveriam ser traduzidos na criação de bem-estar das populações, promoção de acesso a saúde de qualidade e da educação, bem como no combate a pobreza e a precaridade.

A Paz e a Estabilidade só se alcançam pelo respeito aos princípios e valores de convivência democrática, condições “sine quo non” para que  os cidadãos tenham a confiança nas instituições da republica, a qual é sustentada pelo nível de capacidade de resposta destas mesmas Instituições em face das necessidades básicas das populações, nomeadamente, respeito pelos direitos humanos, elevação gradual e sistemático da credibilidade democrática, em especial a boa governação.

O Movimento da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento e as demais Organizações da Sociedade Civil guineenses, aguardam com grande expectativas resultados positivos dessa negociação que se decorre  em  Conacri e espera-se  que, os actores políticos  consigam   indubitavelmente,  chegar a um entendimento para a implementação efectiva  do acordo  facilitado pela CEDEAO,  em nome dos superiores interesses  da nação e do povo guineense, propiciando as condições para uma verdadeira reconciliação e retoma do funcionamento normal das Instituições da  Republica.

Confiante no grau de maturidade politica e do espírito patriótico dos participantes na negociação, as OSC esperam aplaudir os resultados positivos alcançados através de uma recepçao calorosa

Na eventualidade de frustradas essas expectativas, as Organizações da Sociedade Civil e o povo guineense, em geral,  sentir-se-ao, mais uma vez, traídos pelos seus actores políticos e, em consequência, vão levar a cabo varias acções de protestos, incluindo  manifestações cívicas.
  
Finalmente, aproveitamos para manifestar o nosso reconhecimento a comunidade internacional, em especial ao Presidente da República da Guiné-Conacri, Professor Alpha Conde, mediador da CEDEAO para a crise guineense, pelo esforço e o papel desempenhado na procura de solução.
  
Bissau,12 de Outubro de 2016
A Direcção 

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...