COMICIO POPULAR DESIGNADO DE REPUDIO A “TIRANIA E DITADURA"


O PAIGC, PCD, União para Mudança (UM), PUN, MPG e mais o Partido da Solidariedade e Trabalho (PST) que aderiu ao grupo de cinco formações políticas esta tarde, numa única frente para a reafirmação dos Valores Democráticos realizaram na praça dos Heróis Nacionais, esta noite, um comício popular, para repudiar a “tirania e ditadura do árbitro ao mesmo tempo jogador.
Durante o comício, os cinco líderes das formações politicas unanimemente reafirmaram total apoio ao PAIGC, enquanto vencedor das últimas eleições legislativas na Guiné-Bissau. 
Na sua intervenção o PM Carlos Correia, anunciou já tendo frustrados os cenários 01, 02, e 03 por agora, está em curso o plano 04 para continuar a desestabilizar o país.
O chefe do governo disse esperar ver falhar o cenário 04, por força da vontade popular e da estratégia do PAIGC, reafirmando o engajamento do seu executivo na materialização dos anseios do povo. 
DSP líder do PAIGC sublinhou que “ tudo e qualquer, quem quer subtrair, tudo quem quer atrair os valores democráticos é bom recordá-lo que ele mesmo não está livre.”
Simões Pereira questionou se é normal um individuo colocar em causa o contracto social do povo guineense, neste caso o “Plano Estratégico Operacional Terra Ranca” defendido pelas forças vivas da nação, o povo tem que reagir em viva voz contra essa pessoa.
DSP disse o primeiro beneficiário da campanha da comercialização de castanhas de caju é o produtor não um empresário que leva o maior tempo a dormir, para depois ditar a regra para adicionar avultadas somas dos seus lucros de mafia.  
“Único a quem o governo se depende para governar é o povo da Guiné-Bissau, ninguém mais!...Será normal alguém atrair e atrasar o desenvolvimento do povo. Há pessoas roubalheiras dos bens povo para os teus sacos. Chegou a hora do povo reagir dizer abaixo tirania, abaixo ditadura, viva democracia viva liberdade!” Conclui DSP

DECLARAÇÃO POLÍTICA



Face ao despacho exarado pelo juiz da Vara Cível do Tribunal Regional de Bissau e que decreta a Providência Cautelar demandada pelo Eng.º Cipriano Cassama na sua qualidade de Presidente da Assembleia Nacional Popular,

O PAIGC vê confirmado o direito que lhe assiste de assegurar a unidade e coesão da sua bancada parlamentar fazendo-a corresponder aos votos expressos pelos eleitores guineenses aquando das eleições legislativas de 2014.

Com efeito, nessas eleições, o PAIGC recolheu os votos que lhe outorgaram 57 mandatos dentre os 102 que constituem o hemiciclo da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau, ou seja uma maioria absoluta capaz de sustentar a estabilidade da acção e responsabilidade governativa que lhe incumbe.

A decisão de expulsão dos ex-militantes, que flagrantemente violaram os estatutos do partido e o princípio constitucional da democracia representativa, foi tomada pelo órgão jurisdicional competente para o efeito e obteve o apoio político do Comité Central, órgão máximo do partido entre congressos, reunido em sessão ordinária, através de uma votação expressiva com 99,65% de aprovação dos presentes. 

Importa ainda constar que essa medida surge no rescaldo de um longo processo de diálogo e orientação política ao longo de várias reuniões, tentativas de concertação interna e oito reuniões extraordinárias do Bureau Político. 
Por outro lado, também é relevante lembrar que, visando prevenir e evitar situações graves ocorridas no passado e que contribuíram para a instabilidade da bancada parlamentar do partido, cada um dos 57 deputados eleitos na lista eleitoral do PAIGC assinou uma declaração de compromisso na qual se compromete a respeitar escrupulosamente, excepto nos assuntos de natureza subjectiva - de consciência, a orientação superiormente emanada pelo partido.
Nesta conformidade, o PAIGC vê repostas as condições de normalidade na sua bancada parlamentar e que se irão traduzir na estabilidade da sua participação nos actos legislativos e deliberativos da Assembleia Nacional Popular e desta forma garantir a tranquilidade do processo político nacional.

Assim, o PAIGC insta a todas as suas estruturas internas e aos órgãos da soberania a tomarem devida nota e a respeitarem esta situação de reposição da verdade política nacional e a não criarem mais perturbações ao desenrolar da vida política nacional, permitindo que a Assembleia Nacional Popular retome imediatamente o seu funcionamento normal e regular, que o governo continue a dotar-se dos instrumentos fundamentais à sua acção e que se transmita a Sua Excelência o Presidente da República, à nação guineense e à Comunidade Internacional, o restabelecimento da normalidade interna para o prosseguimento da IX legislatura em curso.

O PAIGC se congratula com mais este importante passo na afirmação dos valores e princípios democráticos, saúda aos partidos com quem partilha o espaço da concertação política, cumprimenta a todos os demais partidos, à sociedade civil e respectivas organizações, a todo o povo guineense e à Comunidade Internacional parceira da Guiné-Bissau, e reafirma a sua determinação em contribuir para a edificação na Guiné-Bissau de uma sociedade de paz, estabilidade e democracia enquanto pressupostos indispensáveis para o desenvolvimento justamente almejado pelo povo.

O Gabinete do Presidente do PAIGC.

HISTÓRIA DO PASSADO COLONIAL DA GUINÉ-BISSAU VAI SER ADAPTADA PARA CINEMA



A jovem, o professor e o régulo (chefe tradicional), personagens do escritor guineense Abdulai Silápara retratar o passado colonial, vão saltar para as telas numa longa-metragem sobre os anos 50 e 60 da Guiné Portuguesa.

escritor guineense Abdulai Silá

A importância da escola, de ter alguém que saiba dirigir uma comunidade ou o papel da emancipação da mulher, são ideias que o filme "Coração Guiné: a última tragédia" quer destacar a partir da obra "A Última Tragédia".

O projecto foi um dos vencedores do concurso FIC TV promovido pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) para promover a produção audiovisual nos países de língua portuguesa.

"A história tem como palco a Guiné-Bissau, mas podia ter acontecido noutro país africano de expressão portuguesa, ou no Brasil", refere Mussá Baldé, jornalista e escritor guineense.

Trata-se de um conto de época, o que o transforma num desafio maior, tanto para o realizador e como para o produtor.

"É preciso reavivar os cenários da época de 50 a 60, numa história que se passa em diferentes pontos da Guiné-Bissau: Biombo, Quinhamel, Bissau e Catió", acrescenta Mussá Baldé.

Retratar o passado "é o maior desafio. Por exemplo, já descobrimos onde encontrar carros da época", acrescenta o realizador, José Lopes -- formado em Cuba e com trabalho feito no apoio a filmes de outros realizadores guineenses.

A partir do livro de Abdulai Silá, já foi feita uma adaptação que se constitui como a primeira versão do guião -- que mereceu a escolha da CPLP -- e que agora vai ser trabalhada.

Seguem-se sete sessões através da Internet com tutores artísticos a definir pela organização, para um trabalho de preparação que se deverá prolongar até final de 2016.

"Se após este período o projeto conseguir estar de acordo com as expetativas, recebe 100% de financiamento" e avança para as filmagens, refere o produtor.

Baldé e Lopes já se aventuraram numa longa metragem quando em 2011 fizeram parte da equipa que criou "Clara di Sabura" (Clara da boa vida), a história de uma jovem que deixa a escola para procurar sucesso fácil a seduzir políticos e empresários.

Agora a luta promete ser maior, num país que continua com as mesmas limitações: faltam infraestruturas base, mão-de-obra qualificada e recursos técnicos.

A dupla planeia recorrer a especialistas de outros países da CPLP para o projecto avançar, refere o produtor, que ainda assim reconhece virtudes à Guiné-Bissau, seu país Natal.

"Há talento e inspiração. Aqui há sempre histórias para contar. Por exemplo, o que se tem passado com o Parlamento, como que sequestrado pelos seus próprios deputados, dava um filme", refere Mussá Baldé.

A dupla que dirige o projecto garante que ideias não faltam, o que não há "é dinheiro" para as concretizar.

"Temos dois grandes realizadores, Flora Gomes e Sana N'Hada, mas nós também queremos fazer o nosso caminho", acrescenta Baldé, que tem um sonho por concretizar.

"O meu sonho é fazer a primeira telenovela da Guiné-Bissau", em que sejam relatadas histórias do quotidiano.

Até lá, a produção do filme em si promete ser uma aventura.

Lusa/Conosaba/MO

IDRISS DEBY É NOVO PRESIDENTE DA UNIÃO AFRICANA


Idriss Deby.

Chefes de Estado e de Governo estão divididos sobre o envio de uma força de paz para o Burundi.

O chefe de Estado chadiano, Idriss Déby, foi eleito neste sábado presidente da União Africana, sucedendo ao seu homólogo do Zimbabué, Robert Mugabe.

A sua eleição foi anunciada pelo próprio Mugabe na abertura da cimeira.

Déby, que ocupará a presidência rotativa da UA durante um ano, preside ao Chade desde 1990 e o seu país é agora considerado uma peça vital na luta contra o terrorismo islâmico na África Central e Ocidental.

Há um ano, Deby ordenou o envio de tropas do seu país para a Nigéria para ajudar este país a combater o grupo terrorista Boko Haram cujas actividades ameaçam o território do Chade.

Ao intervir após a sua nomeação em Addis AbebaDeby disse que África deve unir as suas forças para combater o terrorismo.

“A solidariedade face ao fenómeno não deve resumir-se a palavras", concluiu Déby.

Ban Ki Moon apoia envio de força de paz para o Burundi


O principal ponto em discussão na cimeira dos chefes de Estado e de Governo africanos será o Burundi.

O secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon, deu ontem o seu apoio ao envio de uma missão de manutenção de paz para o Burundi.

Ao falar na cimeira da União Africana, Ban disse que o caso de Burundi precisa de um envolvimento mais sério e urgente, acrescentando que os dirigentes que nada fazem contra o massacre de civis têm que ser responsabilizados.

Em Dezembro, o Conselho de Paz e Segurança da União Africana aprovou o envio de uma força de 5.000 para o pais, mas as autoridades do Burundi afirmaram que considerariam o envio dessa força uma invasão.

Voa\\Conosaba/MO

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...