«CORREIOS» SETC PROMETE DILIGENCIAR PARA PAGAMENTO DE SALÁRIOS ATRASADOS



Secretario de Estado dos Transportes
Bissau, 29 Dez 15(ANG) - O Secretário do Estado dos Transportes e Comunicações prometeu segunda-feira que vai resolver o problemas de salários em atraso dos funcionários dos Correios Telégrafo e Telefones da Guiné-Bissau.

Em declarações à imprensa, João Bernardo Vieira disse que compreende a preocupação dos funcionários que estão com salários atrasados há mais de cinco anos, lamentando ser triste ver um chefe de família sem vencer com necessidades de pagar a escola dos seus filhos, saúde, e o aluguer de casa e outras.

O governante garantiu que o executivo está empenhado em resolver seus problemas, “porque pagar salários aos servidores do Estado é uma obrigação”.

João Bernardo Vieira disse que na sua qualidade de responsável do pelouro de Transportes e Comunicações da Guiné-Bissau está muito preocupado com a falta de pagamento dos salários das empresas sob sua tutela, lembrando que já pagou cinco meses de atrasados à todas as instituições pertencente a sua instituição.

Em nome dos funcionários, Bacar Mané aposentado, lamentou a situação “de miséria” em que se encontram os trabalhadores dos Correios e das duas empresas de telecomunicações, pedindo ao governo, para resolver a situação o mais rápido possível.

Segundo os trabalhadores dos Correios, o governo tem uma dívida de cerca de sessenta meses de salários em atraso com a referida empresa. 

ANG/JD/SG\\Conosaba

RESOLUÇÃO FINAL DA VIII REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO BUREAU POLÍTICO DO PAIGC



BUREAO POLÍTICO DO PAIGC RENOVA CONFIANÇA AO DSP A MANTER-SE FIRME E DETERMINADO NA CONDUÇAO DOS DESTINOS DO PAIGC NA LINHA QUE VEM IMPRINMINDO DESDE VIII CONGRESSO REALIZADO EM CACHEU

O Bureau Político (BP) do PAIGC reuniu-se, no Salão Nobre “Amílcar Cabral” da Sede Nacional do Partido, no dia 28 de Dezembro de 2015, na sua VIII sessão extraordinária, presidida pelo Camarada Domingos Simões Pereira, Presidente do Partido, tendo aprovado por unamidade uma agenda de trabalhos onde constava um único ponto; 

Análise da situação política à luz da votação do Programa do Governo na ANP; 
O início dos trabalhos foi marcado com uma intervenção do Presidente do PAIGC que explicou em linhas gerais todo o processo que antecedeu a sessão plenária da Assembleia Nacional Popular, nomeadamente a efectivação das Jornadas Parlamentares, a VII Reunião Extraordinária do Bureau Político, bem como os alertas jurídico-políticos lançados quando solicitou uma votação clara que evitasse eventuais e desfazadas interpretações jurídicas sobre a votação do Programa do Governo.
Seguiu-se um intenso debate e no final das diferentes intervenções de 71 dirigentes presentes e no uso das suas competências estatutárias o Bureau Político delibera nos termos da alínea b) do artigo 32º dos Estatutos:

Mandatar o Presidente do PAIGC e a Comissão Permanente do Bureau Político para adoptarem medidas conducentes à viabilização do Programa do Governo e a governabilidade do país até o final da presente IX Legislatura;

Exortar o Conselho Nacional de Jurisdição à prosseguir na via da aplicação de medidas disciplinares na sequência da Resolução da VII Reunião Extraordinária do Bureau Político de 19 de Dezembro de 2015, na qual se apelou ao cumprimento estricto da disciplina de voto, cuja inobservância se configuraria como um acto de traição política, conduzindo a auto-exclusão do Partido, em conformidade com o estatuído nos artigos 55º, conjugado com os artigos 100º a 103º dos Estatutos do PAIGC;

Convocar a reunião do Comité Central no mais breve espaço de tempo a fim de se debruçar sobre a actual situação política vigente no país;

Consultar o Comité Central para se debruçar sobre um eventual retorno do Programa do Governo à ANP, de acordo com a decisão da Mesa em relação ao requerimento apresentado pela Bancada Parlamentar do PAIGC;

Encorajar o Presidente do Partido a manter-se firme e determinado na condução dos destinos do PAIGC na linha que vem imprimindo desde o VIII Congresso realizado em Cacheu;

Aprovar uma Moção de Solidariedade para o Presidente do PAIGC e para o 1º Vice-Presidente e Primeiro-Ministro;

Expressar um voto de um rápido restabelecimento ao Presidente da ANP e elogiar a sua firme e esclarecida condução dos destinos do Parlamento guineense;

Realçar a grande e responsável militância e um elevado espírito de camaradagem que caracterizaram os debates abertos e francos no decurso da VIII Reunião Extraordinária do Bureau Político.
Feito em Bissau aos 28 dias do mês de Dezembro de 2015,
O Bureau Político do PAIGC

CIDADE DE BISSAU - NATAL E NOVO ANO SEMPRE EM FESTA



Assim foram os preparativos para a festa do nascimento de menino Jesus em Bissau, o Natal e agora vem ai 2016 num ritmo igual.

Uma cidade cujos políticos só pensam nos seus sacos rotos em detrimento dos interesses do povo que os escolheu para dirigir,  proteger e de lhes compensar pelo menos com estabilidade... Mas, nem por isso.
Apesar de turbulência política, nas ruas da
capital o ambiente é de convívio social e de consonância mutua em fazer compras, dar passeio bem como nos locais de lazer, misturando tudo isso com aquela inevitável preocupação da instabilidade politica. 

Enquanto isso, na política, continua deslumbrar-se aquele cheiro desagradável proveniente de esgoto abandonado. Onde a palavra de ordem é de aniquilação física do companheiro, Guineense contra guineense mesmo sabendo que outro guineense está a dar o seu máximo resgatando o desenvolvimento almejado aos guineenses, numa casa cujo responsável máximo em silencio remando contra ventos e marés sem capacidade de reconciliação entre os seus filhos. 
Os líderes políticos do país, disfarçam-se de não compreender nada que tudo vai de mal a pior, se calhar isto mesmo é a vontade deles em caminhar de novo o país num abismo, de beco sem saída no meio de uma penúria total
Contudo, o diário dos citadinos continua animado na base daquele sofrimento habituado, com dificuldade, com carência e com pobreza... Mas a vontade de viver solidários com  harmonia e com alegrias sempre fala mais alto.
Rispito.com/Lai/MO, 29/12/2015

Actuação conjunta da CPLP afectada por crises





Embaixador junto à ONU menciona situações que marcaram países como Guiné-Bissau, Brasil e Portugal; o diplomata realça impacto para a aposta do bloco em reforçar economia e revela expectativas de ajustes em 2016.

O embaixador de Angola junto às Nações Unidas disse que “pequenas crises” ocorridas em governos dos membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, CPLP, em 2015, afectaram a acção conjunta do bloco.


As declarações de Ismael Martins foram feitas à Rádio ONU, de Luanda, numa entrevista para marcar o fim do ano.

Solução


“Estou a referir concretamente a Portugal e Brasil, mas também à Guiné-Bissau onde ainda não foi possível encontrar uma solução mais certa para o país que tem uma crise que já dura muitos anos.”

Na semana passada, o parlamento da Guiné-Bissau não passou o programa do novo primeiro-ministro Carlos Correia porque não teve votos suficientes. Em duas semanas, o chefe do executivo deve voltar a apresentar uma nova proposta, que se for rejeitada dita a queda da nova equipa.

Correia assumiu o mandato após o país ter ficado dois meses sem governo, na sequência de tensões que culminaram com a demissão pelo presidente José Mário Vaz do governo antes chefiado por Domingos Simões Pereira.

Impactos

Ismael Martins mencionou também os impactos das situações políticas portuguesa e brasileira no andamento do bloco lusófono durante o ano.

“Portugal esteve um tempo sem governo após as eleições. Houve primeiro um processo que levou à sua preparação, depois as eleições propriamente ditas. Portugal para além de ser a sede da CPLP é também um dos países mais importantes do grupo. O Brasil, para além de ser a economia mais forte e o país mais importante do bloco está a viver uma fase que não é clara no tocante à governação com pressões que continuam a ser feitas à presidente Dilma.”

Vantagens

O diplomata disse que além de promover a língua, a CPLP conta com um potencial económico que pode garantir vantagens aos Estados-membros na actual situação internacional.

“Eu espero que que estes aspectos de quase crise possam ser resolvidos tratando-se das duas economias mais importantes da CPLP. É importante que estejam livres de problemas que possam afectar a forma como lideramos em conjunto os processos políticos, de reforço das nossas economias e de ajuste à crise internacional que se vive com os preços de matérias-primas naturalmente a baixar que afectam as economias como nós Angola e Moçambique”

A cooperação económica e empresarial da CPLP foi definida como prioridade do bloco pela actual presidência de Timor-Leste, até o próximo ano.

Para o diplomata angolano, a aposta nessa visão pode ajudar a resolver problemas dos países com economias complementares.

Problemas 

“Eu tenho a certeza que 2016 será um ano principalmente para fazer os ajustes necessários para repor as nossas economias numa senda de crescimento e politicamente termos uma estabilidade necessária para os nossos países puderem, efectivamente, crescer e resolver parte dos problemas que têm.”

Angola foi presidente do Grupo dos Países Menos Avançados nas negociações sobre a Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática COP21.

No processo que culminou com o Acordo de Paris, o embaixador Ismael Martins destacou ” a boa actuação da CPLP” como um marco.

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...