PR DA GUINÉ-BISSAU ELEGE PRODUÇÃO DE ARROZ COMO PRIORIDADE PARA 2016





O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, disse hoje que quer fazer de 2016 o ano da produção de arroz, no sentido de acabar com o défice nacional do produto que representa a base alimentar dos guineenses.

Vaz anunciou que vai abordar o assunto com o primeiro-ministro, Carlos Correia, e que vai posicionar-se"na linha da frente" de uma campanha para a produção do arroz, para a qual conta com a população.

O chefe de Estado falava aos jornalistas no aeroporto de Bissau, de regresso ao país, depois de participar na cimeira África-China, na África do Sul, e após representar a Guiné-Bissau na Conferência Mundial sobre o Clima, em França.

José Mário Vaz deu o exemplo do Senegal, que disse ter todas as condições para a partir de 2016 acabar com o défice do arroz, através da produção interna de cerca de 1,7 milhões de toneladas por ano.

"Da nossa parte temos que resolver este problema", enfatizou, afirmando que a Guiné-Bissau "tem melhores condições naturais" para produzir o arroz, em comparação com o vizinho Senegal.

O Presidente guineense entende ser inaceitável que a Guiné-Bissau continue a ter um défice de arroz de cerca de 100 mil toneladas por ano.

Vaz anunciou que vai passar o fim de semana no campo a tratar da preparação da campanha agrícola que quer ver iniciada em 2016.

Lusa/Conosaba

JOMAV ANUNCIA QUE VAI DEDICAR TRÊS DIAS POR SEMANA AOS TRABALHOS NO CAMPO

jomav




O Presidente da República, José Mário Vaz passa a dedicar três dias, sexta, sábado e domingo, semanalmente aos trabalhos no campo, “para resolver o problema de arroz e dar de comer às populações”.
O chefe de Estado fez este anúncio à sua chegada à Bissau proveniente de África de Sul, onde participara nos trabalhos da Cimeira China-África.
“Não é possível que o Senegal pelas condições que tem e estar já a produzir uma quantidade de 1.7 milhões de toneladas de arroz e nós na Guiné-Bissau com melhores condições, estamos ainda com o défice deste cereal base de alimentação das populações”, disse.
José Mário Vaz sublinhou que durante a Cimeira China/África, a Guiné-Bissau apresentou os seus motores de crescimento que são a agricultura, agro-indústria, turismo e infra-estruturas.
Afirmou que a China está disposta a trabalhar não somente com a Guiné-Bissau mas também todos os países do continente africano.
“O importante agora é para que nós aqui internamente e juntamente com o Primeiro-ministro ver a forma de aproveitar essa oportunidade que a China nos deu.
Destacou que só ao nível da ajuda pública ao desenvolvimento a China prometeu desembolsar 63 biliões de dólares para financiar diversos projectos no continente africano.
O Presidente da República revelou que no regresso ao país fez uma breve escala no Marrocos tendo o Rei Mohamed VI prometido  construir um hotel de 110 quartos em Bissau.
“Porque de facto, quando recebemos os hóspedes aqui, deparamos com enormes dificuldades, enquanto que quando nos recebem nos seus países não pagamos nenhumas despesas”, afirmou, acrescentando que o Rei de Marrocos garantiu-lhe que vai oferecer ao país o referido Hotel.
O Presidente da República esteve duas semanas ausente do país tomando parte na  Cimeira sobre Alterações Climáticas que ainda decorre em Paris, França e mais tarde na cimeira China/África que decorreu na  África de Sul.


In ang

«REFORÇO DE CAPACIDADES» GOVERNO TURCO DOA MATERIAIS INFORMÁTICOS AO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS




Bissau 08 Dez. 15 (ANG) - A Embaixadora da Turquia para a Guiné-Bissau Nilgun Erdem Ari procedeu hoje a entrega de um lote de equipamentos informáticos ao Ministério das Obras Públicas, Construções e Urbanismo.

O donativo compreende 18 computadores de mesa, 2 vídeos projectores, 7 impressoras lazer, 4 máquinas fotocopiadoras, 20 cadeiras, 4 impressora multifuncional e 5 secretarias, orçados em mais de 16 milhões de Francos CFA.

Em declarações à imprensa, após a recepção dos materiais, o ministro das Obras Públicas agradeceu o gesto do Governo turco tendo garantido que vão fazer um bom uso dos equipamentos recebidos, salientando que o seu ministério estava a precisar desse apoio para enfrentar os desafios do dia a dia.

José António da Cruz de Almeida adiantou que a instituição sob a sua tutela já definiu uma estratégia para o desenvolvimento do sector das infraestruturas que segundo as suas palavras são bases para o crescimento económico do país.

“Peço a Embaixadora turca a fazer um convite às empresas do seu país para virem investir na Guiné-Bissau, porque temos muitos projectos não só públicos mais também privados", disse.

Afirmou que conhece muito bem as capacidades das empresas turcas, acrescentando que elas podem investir no quadro de parcerias público- privadas.

Por seu turno, a Embaixadora da Turquia para a Guiné-Bissau, disse que vai continuar a apoiar o Ministério das Obras Públicas e o país em geral no quadro da cooperação.

A diplomata turca pediu um projecto em concreto tendo afirmado que vão apoiar nos domínios que serão solicitados posteriormente sobretudo na área de Laboratórios de Engenharia Civil bem como a nível da Geografia e Cadastro.

A cerimónia da entrega dos donativos contou com a presença do Cônsul da Turquia na Guiné-Bissau,Agnelo Gomes e o encarregado de negócios da Agência Turca de Desenvolvimento entre outros. 

ANG/MSC/SG\\Conosaba/MO

ECONOMIA GUINEENSE CRESCEU UM POR CENTO EM 2015, CONFIRMA FMI




Bissau, 08 Dez 15 (ANG) - O Chefe da missão de Avaliação do Fundo Monetário Internacional (FMI)confirmou ontem que a econômica da Guiné-Bissau saiu de 4.7 para 4.8 por cento em 2015.

De acordo com Félix Fischer o crescimento podia ser mais se não tivesse havido a crise provocada pela demissão do governo de Domingos Simões Pereira em Agosto último.

No entanto, apesar daquela situação de paralisia de actividades e parcerias devido a falta de ministros, a economia subiu um pouco. "O impacto não prejudicou fortemente o país porque a crise política durou apenas dois meses".

«Esta visita é para saber do impacto da crise política na economia do país sobre o crescimento econômico com finalidade de tomar as providências para o orçamento de 2016», esclareceu o chefe da missão.

Félix Fischer explicou ao longo da sua estada no país discutiram a possibilidade do governo passar a gastar apenas as receitas por ele produzidas, evitando desta forma a acumulação de dívidas públicas.

Anunciou que o ano que agora finda ira gerar poupanças suficientes para permitir o governo pagar os salários dos meses de Janeiro e Fevereiro de 2016.

«Normalmente em Janeiro e Fevereiro as receitas são sempre baixas», refere Félix Fischer que encabeça uma delegação da instituição da Bretton Woods que desde dia dois do mês em curso esteve a avaliar a economia do país após a crise política resultante da queda do governo em Agosto último.

ANG/AALS\\Conosaba

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...