«JUNTA MILITAR» EUA ADMITEM COLABORAR COM A GUINÉ-BISSAU EM EXERCÍCIOS MILITARES DA MARINHA E FUZILEIROS


 

 


Os Estados Unidos da América admitem colaborar com a Guiné-Bissau em exercícios militares, anunciou ontem o secretário de Estado da Marinha norte-americano, Ray Mabus. 

"Falámos de programas específicos em que a Marinha e os fuzileiros podem colaborar com a Guiné-Bissau", nomeadamente, na realização de exercícios e treinos conjuntos, referiu após encontros com as autoridades guineenses.

Ray Mabus, o mais alto dirigente da administração norte-americana a visitar a Guiné-Bissau até hoje, reuniu-se com a ministra da Defesa, Cadi Seidi, com o primeiro-ministro, Domingos Simões Pereira, e com o Presidente da República, José Mário Vaz. 

A visita inseriu-se num périplo daquele responsável por países africanos.

Os encontros com as autoridades guineenses serviram para reforçar "o envolvimento que existe entre os dois países".

"Dei os parabéns ao Presidente pelo aniversário da democracia", numa alusão às eleições do último ano que puseram fim ao regime de transição que sucedeu ao golpe de Estado de 2012.

Ray Mabus destacou também a atual agenda reformista guineense.

"A democracia, a transparência do Governo e o controlo civil dos militares permitem este relacionamento" entre EUA e Guiné-Bissau, concluiu.

dnoticias.pt

«BUBA» GOVERNO ANUNCIA CONSTRUÇÃO DE CENTRAL TÉRMICA NO SUL DA GUINÉ-BISSAU


 
 
 


 



Buba

O governo da Guiné-Bissau vai lançar um concurso público para a construção de uma central térmica em Buba, na região de Quinara, sul do país, que irá igualmente abastecer de energia eléctrica a região de Tombali, anunciou recentemente o primeiro-ministro.

Domingo Simões Pereira, que falava na conferência intitulada “Um ano de governação”, organizada conjuntamente pelo seu gabinete e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP), não precisou para quando a materialização desta intenção, o montante envolvido nem o nome da entidade financiadora.

Na mesma ocasião, Simões Pereira garantiu que o governo vai, nos próximos tempos, adquirir três novos navios para assegurar a ligação marítima entre o continente e a zona insular e acrescentou que o respectivo concurso público foi já lançado.

O primeiro-ministro guineense referiu-se ainda a um conjunto de projectos em carteira, nomeadamente a ligação do país ao cabo submarino que permite o acesso à Internet e a expansão, até ao final de 2015, da rede de iluminação em mais de 50 localidades no interior do país.

Falou igualmente da necessidade de criação de pequenas unidades de transformação de produtos agrícolas, a recuperação de seis mil hectares aráveis, dos quais mil já estão a produzir, a criação de 27 modelos de produção animal e a construção de mercados de comercialização de gado em Bissau e Bigene, no norte do país. (Macauhub/GW)




FAO: as perspectivas globais para 2015 indicam uma queda na produção agrícula


Na África, as perspectivas globais para 2015 indicam uma queda na produção em relação ao alto nível do ano passado, com todas as regiões que reduziram as colheitas, com excepção da África do Norte e Central dell`Africa.

Na África Austral, da produção acumulada de cereais deverá diminuir em 17%, principalmente devido à sazonalidade das chuvas irregulares e um período de seca prolongada. A produção global de milho - o que representa a maior parte da produção de cereais da sub-região - está prevista em 20,6 milhões de toneladas, 26% menor do que a produção recorde de 2014. Ele é o destaque da entrada da última edição relatório mensal "Índice de Preços FAO Food" (FPI) ea nova edição das Perspectivas relatório da colheita trimestrais e Situação Alimentar (CPF), (Perspectivas das colheitas e situação alimentar), tanto hoje publicado.
Em vista disso, a produção de milho na África do Sul, principal produtor, é estimado em 10,5 milhões de toneladas, uma queda acentuada de 30% em relação all`alto nível do ano passado. Em 2015 as colheitas de milho na Zâmbia e Malawi são estimados em 21 e 26% abaixo de 2014, ea falta de chuvas afectou seriamente a produção de milho no Lesoto, Namíbia, Botswana e Suazilândia - países dependentes de importações - com diminui 13-43%. Estas tendências terão um impacto negativo sobre a disponibilidade das exportações para os países vizinhos com a escassez de cereais como o Zimbabwe, onde espera-se que a produção será reduzida para metade. Em comparação com o baixo nível do ano passado, o número de pessoas que necessitam de assistência alimentar é, portanto, susceptível de aumentar.
Na África Ocidental, a boa produção global no ano passado na região do Sahel está negligenciando as questões de segurança alimentar a nível local. As últimas estimativas sobre a produção de cereais em geral em 2014 nos nove países do Sahel representam para 21 milhões de toneladas, cerca de 7% mais do que a média dos últimos cinco anos, graças à produção de robusta no Mali e em outros países costeiros.
No entanto, uma queda significativa na produção foi registado em grande parte do Sahel, em particular nos países da parte ocidental da sub-região, devido a condições climáticas adversas. A produção de cereais, em comparação com uma média de cinco anos, estima-se ter declinado em 2014 para 83% em Cabo Verde, 28% na Gâmbia, de 33% na Guiné-Bissau e de 17% no Senegal. Mesmo as grandes áreas de Chade, Mauritânia e Níger foram afectados. Na África Central, apesar das condições climáticas favoráveis ​​na República Centro-Africano, a insegurança persistente civis afectar negativamente a campanha de produção actual.
Eles também são motivo de preocupação os conflitos em curso no Leste da RDC. Na África Oriental, as chuvas erráticas e tardio, já que desde o início da época de colheita, em março,

Embaixador angolano recebido pelo primeiro-ministro



Daniel Rosa apresentou cumprimentos ao governante guineense e aproveitou a oportunidade para reafirmar a disponibilidade de Angola em aprofundar os laços de cooperação com a Guiné-Bissau.


O encontro de Daniel Rosa com o primeiro-ministro da Guiné-Bissau enquadrou-se no âmbito das visitas de cortesia que o diplomata angolano tem levado a cabo junto do governo e do corpo diplomático acreditado no país.

Na segunda-feira, Daniel Rosa manteve outro encontro com o Presidente da Assembleia Nacional popular, Cipriano Cassama.

Na quinta-feira, o representante diplomático angolano manteve encontros de cortesia com os embaixadores da França e dos Estados Unidos da América acreditados em Bissau.

Os encontros com entidades guineenses e estrangeiras acontecem semanas depois da acreditação do diplomata angolano naquele país da África Ocidental.
 
 
 
 

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...