Série britânica mostra quotidiano dos toxicodependentes da capital

Imagem do genérico da série Hooked
Hooked, «agarrados» em português, é o nome da série da BBC estreada esta semana e que mostra o dia-a-dia da toxicodependência em Bissau.

Totalmente executada em banda desenhada, o trabalho do realizador Benjamin Dixie pretende «expor o impacto humano do consumo de droga numa nação atingida por golpes militares e pela pobreza», lê-se no site da companhia britânica de rádio de televisão.

Benjamin Dixie, que visitou a capital guineense em janeiro, acompanhou o quotidiano de um consumidor de crack, um derivado barato da cocaína, e recolheu as suas experiências, agora transpostas para uma série de arte em quadradinhos que pretende alertar para o problema da toxicodependência na Guiné Bissau.                 


África perde cerca de 5% do seu PIB. Fluxo de dinheiros ilicitos


O continente Africano perde anualmente o equivalente a 5,5% do produto interno bruto (PIB), devido a fluxos financeiros ilícitos, de acordo com global Intergrity Financeiro (GFI).


"Os fluxos financeiros ilícitos representam o maior problema económico nos países em desenvolvimento", disse em um comunicado enviado à Ouestafnews, Presidente da GFI, Raymond Baker.

De acordo com a organização norte-americana, que terá de 18 a 20 de maio de 2015 uma conferência internacional sobre o assunto, em Joanesburgo, a fuga de capitais representou o equivalente a 5,5 por cento do PIB em África sub-saariana.

Rico em recursos naturais, tem agora um crescimento económico cada vez mais forte, no entanto, a África é o continente mais afectado pelo flagelo dos fluxos financeiros ilícitos.

O Fundo Monetário Internacional, a África do PIB global situou-se em 2,513 mil milhões de dólares em 2013.

"Além de privar África do enorme capital, estas saídas ilícitas minar a responsabilização ea estabilidade do governo, sufocam a mobilização de recursos internos, e manter a desigualdade económica", diz GFI em sua imprensa

De acordo com a Comissão Económica das Nações Unidas para África (CEA), estima-se que África perde mais de US $ 50 bilhões por ano por causa dos fluxos financeiros ilícitos. No entanto, o TCE afirma que essas estimativas podem estar muito aquém da realidade.

"Não há dados precisos para todos os países africanos, porque muitas vezes excluir certas formas de fluxos financeiros que, por natureza, são secretas e, portanto, não pode ser devidamente avaliado, por exemplo, os montantes resultantes da corrupção e o tráfico de droga , o tráfico de pessoas e armas de fogo tráfico ", de acordo com o Relatório do Painel de Alto Nível sobre Fluxos Financeiros Ilícitos de África, publicado em 2014.

Em Joanesburgo, a GFI, em colaboração com a Friedrich-Ebert-Stiftung (FES) e do Instituto de Direitos Humanos da International Bar Association (IBAHRI), em debates sobre magras Declaração New Haven que afirma que "os direitos humanos e a integridade financeira internacional estão intimamente ligados. "

"Hoje, um êxodo em massa de dinheiro ilícito, muito mais consistente do que a ajuda total ao desenvolvimento oficial - aumenta muito a pobreza e a opressão em muitos países em desenvolvimento,"
 
 

  

Funcionários do Ministério do Comércio detidos em Ingoré

(foto da net)


Dois funcionários do Ministério do Comércio, Artesanato e Indústria encontram-se detidos desde esta segunda-feira, 18 de Maio, no Comissariado da Polícia da Ordem Pública, na Secção Administrativa do Sector de Ingoré, região de Cachéu, norte da Guiné-Bissau


Os indivíduos em causa são uma agente da Inspecção do mesmo Ministério e sendo um fiscal da mesma instituição, ambos envolvidos na prática de desvio da castanha de caju para a vizinha República do Senegal.

O Governo anunciou, no início da presente campanha de comercialização de castanha de cajú, que fica expressamente proibida a sua saída do território nacional via terrestre, pelo que os eventuais autores correm o risco de punição severa, conforme a lei de comercialização da castanha de caju.
De acordo com Carlos Manuel Biague, o Governo vai continuar empenhado no combate a estas práticas, que há alguns anos lesam a economia nacional.

Entre as pessoas ainda na posse das autoridades policiais de Ingore encontra-se um cidadão que foi identificado como o proprietário da viatura onde a castanha foi transportada, num total de duas toneladas de produto com destino ao Senegal.

Esta foi uma das várias operações de apreensão, entre viaturas, motorizadas e bicicletas que as pessoas utilizam no norte da Guiné-Bissau, na tentativa de transportarem castanha de caju para o Senegal.

De referir que o Governo estipulou uma quantia de 40% atribuída aos denunciantes de pessoas, relativamente à saída de castanha de caju do território nacional via terrestre.

Empresa a operar no país pretende expandir-se para outros da região



A empresa Aluworld, que em Fevereiro passado iniciou a actividade na Guiné-Bissau, pretende expandir-se “logo que possível” para os restantes países da África Ocidental, disse terça-feira em Bissau o representante residente no país.


Demba Jau anunciou a chegada para breve de uma delegação da Alpar, empresa italiana de que a Aluworld é subsidiária, que integrará o presidente da Câmara de Comércio da Gâmbia, que é um dos sócios locais, para ajudar na implantação efectiva da empresa na Guiné-Bissau e a sua expansão nos países da região.
 
A Aluworld encontra-se ainda na fase de instalação na Guiné-Bissau, uma vez que aguarda das autoridades guineenses a indicação de um terreno para a construção da sua fábrica na Guiné-Bissau.

Por enquanto, os pedidos dos clientes guineenses são encomendados à fábrica existente na Gâmbia ou a partir da sede da Alpar, em Itália. A empresa centra a sua actividade no fabrico de portas e janelas em alumínio, bem como vidro blindado, para a construção civil.
  

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...