A CASTANHA DE CAJÚ JÁ ESTÁ A SER VENDIDA 650 FRANCOS CFA


Jaime Gomes
O Presidente da Associação Nacional dos Agricultores da Guiné-Bissau (ANAG) anunciou esta quarta-feira, 06 de maio, em Bissau que 01 Kg de castanha de cajú está a ser comprada actualmente no país, 650 francos cfa.
Jaime Gomes que falava na margem da conferência de imprensa do grupo de empresário contestatários da gerência da CCIAS, sublinhou que o preço poderá ainda acrescer ao nível nacional, por isso, apela aos produtores de castanhas de cajú, para guardarem os seus produtos para um preço mais elevado e aconselha os para não serem conduzidos a vender as suas castanhas, num preço inferior a 550 francos cfa por kg.
De referir que, neste momento encontram se na Guiné-Bissau, um número favorável de empresários indianos a comprar castanhas de cajú, no preço de 650 francos cfa por kg deste produto considerado ouro na guiné-Bissau.
Lai Baldé/Rispito.com, 06 de Maio de 2015

CHUMBOU A PROVIDENCIA CAUTELAR MAS OS EMPRESÁRIOS AINDA CONTINUAM FIRMES E DETERMINADOS


Mamadú Saliu Lamba              Idriça Djaló
Após o Tribunal Regional de Bissau ter indeferido a providência cautelar remetida a esta instância judicial pelo coletivo de empresários contestatários da atual direção da CCIAS, o grupo voltou-se a carga com um recurso sobre a matéria e uma ação judicial ao Ministério Publico para a prestação de contas de gerência de CCIAS.
Em conferência de imprensa esta terça-feira, 06 de maio, o coletivo empresarial acusa atual direção liderado por Braima Camará de comprar viaturas aos alguns magistrados judiciais. Como isto não bastasse, querem saber o paradeiro de 02 bilhões de francos cfa destinados para a transformação de castanhas de cajú.
Por outro lado, Idrissa Djaló e Mamdú Saliu Lamba acusam ainda a direção de CCIAS de ter recebido 11 milhões de francos cfa da empresa de combustíveis Helton desconhecendo até agora o paradeiro do dinheiro. Convidando por isso, o Primeiro-Ministro guineense e o Ministro da Economia e Finanças para inteirarem-se em que circunstancia que o montante foi disponibilizado para a Câmara de Comercio.
O grupo considera o silêncio das autoridades sobre este caso de assustador. E questiona o porquê até agora as autoridades judiciais não se levantaram inquérito sobre a matéria, uma vez que, tem a ver com desvio de dinheiro.
O grupo afirma que a justiça guineense tem dois pesos e duas medidas neste processo, apesar disto não vão desistir até ao desfecho final do caso e garantem respeitar na íntegra a decisão que poderá resultar nesta matéria que envolve os empresários guineenses.
Lai Baldé/Rispito.com, 06 de Maio de 2015

LANÇAMENTO OFICIAL DO PROCESSO REDD+


Barros Bacar Banjai
A Secretaria de Estado do Ambiente através da Direção-geral do Desenvolvimento Durável procedeu esta terça-feira, 05 de maio, o lançamento oficial do Processo REDD+ (Redução de Emissões de Gases com Efeitos de Estufa por Desmatação e Degradação Florestal) e o projeto TCP/GB (Projeto de Cooperação Técnica na Guiné-Bissau).
Presidiu o ato na presença dos parceiros do sector ambiental, o Secretario de Estado do Ambiente que indicou que as florestas constituem um capital natural incomensurável prestando serviços de grande importância, enfatizando a sequestração do carbono, a manutenção da precipitação na região, a regulação do ciclo hidrológico, reciclagem de agua, manutenção dos processo ecológicos essenciais à biodiversidade, estocagem de nutrientes, fonte de alimentos de matéria para construção mobiliaria farmacopeia.
Barros Bacar Bandjai, relembrou que a Guiné-Bissau em 2007, tinha área florestal aproximadamente de 02 milhões de hectares, constituindo 71% do território nacional com mangal 248 mil ha, floresta húmida, 172 mil há, floresta seca,936.800 ha e savana, 926 mil há.
O governante anunciou que os dados constituem uma enorme preocupação do governo ocorrência de desflorestação, os níveis de degradação cada vez mais acentuados nas regiões de savana, representando 71% afectando essencialmente as regiões de Bafatá, Gabú e Oio.
Barros disse ainda que nas florestas sub-humanas a degradação representa 30% circunscreve-se à regiões de Quinará, e Tombali nos mangais a degradação é na ordem de 19%. Solidarizando com a decisão do governo em instruir naquilo que considera justa moratória de 05 anos referente ao corte de essenciais florestais, a fim de permitir uma regeneração natural repondo o valor eco-sistémico  que este recurso vital representa para as comunidades, o país e o mundo em geral.  
Enquanto ambientalista o membro do governo reafirma o firme propósito que “A Hora é de Acão” e que devem lançar a partir do horizonte temporal estabelecido.
O objetivo do projeto visa ter um sistema de monitorização nacional, uma legislação que regulamenta a gestão durável dos recursos florestais, reduzir as emissões de gases por desflorestação e degradação florestal, conservar, gerir de forma durável as florestas e aumentar o stock de carbono armazenado nela, o mecanismo de REDD+ e, neste momento um elemento de negociação internacional da Convenção Quadro das Nações Unidas para as alterações climáticas.
O projeto é financiado pelo Banco Mundial e FAO e terá a duração de um ano e oito meses.
Lai Baldé/Rispito.com, 06 de Maio de 2015

Marinha portuguesa na costa ocidental africana para missão técnico-militar

O navio da Marinha portuguesa Figueira da Foz partiu na terça-feira para o Golfo da Guiné e costa ocidental africana, numa missão de cooperação técnico-militar com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).


A Marinha portuguesa informou nesta quarta-feira na página da Internet que a missão, que vai prolongar-se até 1 de Julho, tem por objectivo o “estreitamento das relações bilaterais entre as marinhas dos países da CPLP”.

No decorrer da missão, o navio da Marinha Portuguesa irá navegar cerca de 10.000 milhas náuticas, visitando, pela primeira vez, países como São Tomé e Príncipe, Guiné Equatorial, Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde.

A Marinha indicou também que, durante a permanência naqueles países, o navio “vai desenvolver acções no quadro dos acordos de cooperação bilateral em matérias como a vigilância, fiscalização e segurança marítima”.

O Figueira da Foz vai também dar apoio no âmbito da política externa do Estado português, referiu ainda a Marinha na página da Internet.

No Navio da República Portuguesa (NRP) Figueira da Foz, seguem 60 militares, incluindo uma equipa de fuzileiros, uma de mergulhadores e outra médica.


“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...