ATLETA TACIANA LIMA BALDÉ É CAMPEÃ EM ÁFRICA PELO TERCEIRO ANO CONSECUTIVO


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A internacional Guineense, Taciana Resende Lima Baldé conquista o título de campeã africana pela terceira vez consecutiva nas provas do judô.
A judoca nacional conquistou a medalha de Ouro no Campeonato Africano de Judo realizado em Libreville, no Gabão este fim de semana.
A atleta Taciana venceu na categoria de 48kg todas as três lutas contra as atletas de Egipto, Algéria e Camarões. Com esta vitória, Baldé colocou a Guiné-Bissau na quinta posição, entre 27 países, em África na classificação geral, com apenas uma atleta.
“Eu estou muito satisfeita e feliz, pois os Jogos Olímpicos Brasil 2016 estão cada vez mais perto”, disse a’O Democrata, a tricampeã africana.
De referir que, Taciana Baldé arrecadou nove títulos em 2014, dos quais ouro no Campeonato africano de Judô realizado nas Ilhas Maurícias. A vitória do dia 25 de abril reconfirma a guineense Taciana como primeira classificada no ranking africano e sexta colocada no ranking mundial da Federação Internacional de Judô.
Em março último Baldé começou o ano 2015 em grande, conquistando a terceira colocação na sua categoria numa prova internacional “Grand Prix Samsun” realizada na Turquia.

Paz na Guiné-Bissau atrai investidores alemães


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Empresários da Alemanha estão interessados em investir na agricultura, pescas e materiais de construção na Guiné-Bissau, disse o embaixador da Alemanha no final de uma audiência concedida pelo Presidente da República, José Mário Vaz.
Bernard Kapman disse ainda que alguns agentes económicos alemães sentem-se encorajados pelo ambiente político e económico tranquilo que se observa actualmente na Guiné-Bissau e anunciou que brevemente poderá ter lugar uma missão empresarial a Bissau para estabelecer contactos e identificar eventuais projectos nos quais poderão aplicar capital.
“Todos sabem que os alemães possuem capitais suficientes para investirem na Guiné-Bissau. Portanto, como uma das minhas tarefas, vou ajudar na mobilização de empresários alemãs para virem aplicar os seus fundos aqui”, prometeu o diplomata germânico.
Revelou que durante a audiência o Presidente da República manifestou a sua preferência pela agricultura como área que necessita de investimento urgente, opinião que Bernard Kapman diz partilhar.
Bernard Kampman expressou a confiança das autoridades alemãs no governo guineense pelo facto de “no primeiro ano de sua governação estar a realizar com determinação muitos projectos.
MacauHub, 27 de Abril de 2015

Partido da Renovação social (PRS) homenageia Kumba Yalá,antigo presidente da Guiné-Bissau, com toca-choro

Os dirigentes, militantes e simpatizantes do Partido da Renovação social dirigem-se para Pkon, no norte de Bissau, para participarem no toca-choro, ritual de evocação à figura do presidente guineense, Kumba Yalá.

É seguramente o acontecimento étnico cultural mais importante da Guiné-Bissau, o toca-choro, ritual de evocação a figura do defunto presidente guineense, Kumba Yalá, na sua aldeia natal, Pkon, a cerca de 80 quilómetros a norte de Bissau.

Todos os dirigentes, militantes e simpatizantes do Partido da Renovação social (PRS), fundado por Kumba Yalá, dirigem-se para Pkon desde sexta-feira. Estarão la ate amanha, domingo, numa manifestação de respeito para com a memoria do carismático dirigente político que morreu de doença súbita no dia 04 de Abril de 2014, contava 61 anos.

No melhor da tradição balanta, a etnia de Kumba Yalá, todos terão que sacrificar um animal, de preferência uma vaca ou um boi, para mostrar ao espírito do falecido líder que o amor ‘e eterno mesmo com a sua morte. O acontecimento acaba por ser também político pois «e nestas ocasiões que os atuais dirigentes do PRS poderão saber quem de facto foi apaniguado de Kumba Iala e quem ainda se mantêm nas hostes do partido por ele fundado.

A cerimónia acaba por ser um acontecimento nacional pois espera-se que os dirigentes de outros partidos ai compareçam para assistirem ao ritual. O PRS criou uma comissão para tratar da cerimónia. Desde segunda-feira que centenas de veículos carregados de pessoas se estão a dirigir para a pequena aldeia de Pkon para o toca-choro de Kumba Iala que «e, por estes dias, o tema de todas as conversa.
//RFI

Europa triplica orçamento da missão de vigilância do Mediterrâneo

Por, Miguel Castro Mendes
No Publico

Orçamento da operação Tritão aumenta, mas não há acordo sobre número de refugiados a receber. Hollande disse que será pedida autorização ao Conselho de Segurança para destruir barcos de traficantes.

Os líderes europeus decidiram nesta quinta-feira triplicar os meios financeiros e operacionais da missão europeia Tritão, que apoia a Guarda Costeira italiana nos seus esforços de interceptar embarcações de refugiados no mar Mediterrâneo. O orçamento actual é de 2,9 milhões de euros por mês.

O Presidente francês, François Hollande, anunciou também que será apresentada uma proposta de resolução às Nações Unidas para dar cobertura à destruição de navios usados pelos traficantes.” Foi tomada a decisão de apresentar todas as opções para garantir que os navios [dos traficantes] possam ser apreendidos, aniquilados”, disse. “Isso só pode se feito no quadro de uma resolução do Conselho de Segurança e a França tomará a iniciativa, como outros”, designadamente “o Reino Unido”, acrescentou.

A decisão de reforçar o orçamento da Tritão, da responsabilidade da agência europeia para o controlo das fronteiras, Frontex, permitirá à missão europeia ter um orçamento semelhante à operação italiana Mare Nostrum, à qual o primeiro-ministro, Matteo Renzi, pôs fim o ano passado, por falta de apoio e também devido a pressões, designadamente do Reino Unido.

“Queremos agir depressa, o que significa triplicar os recursos financeiros” da operação, anunciou a chanceler alemã, Angela Merkel, após a cimeira de urgência de chefes de Governo, realizada em Bruxelas. “Sentimos que duplicar [o orçamento] não era credível, quisemos elevá-lo para o mesmo líder da Mare Nostrum”, disse o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker. A Mare Nostrum permitiu que fossem socorridas cerca de 150 mil pessoas em 2014.

A medida não implicará contribuições financeiras dos Estados-membros, explicou o primeiro-ministro português, Passos Coelho, devendo ser financiada pelas reservas do orçamento comunitário e pela contribuição do Reino Unido, que até agora não participava na missão da Frontex.

Também, não haverá uma mudança do mandato da Tritão para a tornar numa operação de salvamento e resgate, como era a Mare Nostrum.

“A nossa opinião é que não precisamos de mudar o mandato [da missão]”, disse o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, após a reunião em que foi discutida a reacção europeia ao naufrágio que vitimou mais de 800 pessoas, no fim-de-semana. “O mandato actual já permite à Tritão resgatar náufragos”, explicou Juncker.

No entanto, não permite à missão Tritão operar a mais de 30 milhas náuticas da costa italiana, o que  impede que preste auxílio aos barcos que naufragam perto da costa líbia. “O que fazemos com mais barcos em Itália? Precisamos deles nas água líbias”, reagiu a eurodeputada alemã Ska Keller, do grupo dos Verdes. A Mare Nostrum operava com um limite de cem milhas.

Vários analistas alertam que a quantidade de refugiados que tentam atravessar o Mediterrâneo para chegar à Europa deverá aumentar à medida que se aproxima o Verão. O que motivou o pedido de ajuda por parte de Renzi, que há muito reclama mais apoio dos seus parceiros europeus para gerir o fluxo de imigrantes que tentam chegar à costa italiana.

Ficou também mais uma vez claro em Bruxelas que há falta de vontade política para receber mais refugiados, como tem pedido repetidamente o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, por exemplo, que disponibilizou três navios e três helicópteros, teve o cuidado de referir que está pronto a contribuir para as operações de salvamento no mar. Mas com condições: desde que os imigrantes resgatados “sejam levados para o país seguro mais próximo, que será muito provavelmente a Itália” e não tenham automaticamente direito a pedir asilo no Reino Unido.

A ONU tinha emitido ontem um comunicado em que pedia à União Europeia para se comprometer a receber um número “significativamente maior de refugiados”, e a estabelecer canais de entrada que permitam aos imigrantes chegar à Europa de forma “legal e segura.”

Hollande fez saber que “a França fará a sua parte” acolhendo “entre 500 a 700 sírios”. Mas a única coisa que, em comum, ficou decidida em Bruxelas, na cimeira convocada a pedido de Renzi, é que haverá uma “experiência-piloto voluntária” para distribuir entre os Estados-membros os imigrantes que entrem ilegalmente na Europa e os requerentes de asilo.


Jean-ClaudeJuncker prometeu, no entanto, que haverá mais pormenores sobre as acções que a UE pretende tomar, quando, no dia 13 de Maio, a Comissão Europeia apresentar a sua estratégia sobre migrações.

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...