O Procurador-Geral da República (PGR), António Sedja Man, garante que, “embora não existe colaboração entre o anterior governo e a sua instituição”, mas não existe nenhuma perseguição contra os membros de o governo Carlos Correia
Falando, ontem (21), em Bissau, a saída do encontro com o novo ministro de Administração Interna,Sedja Man reconhece “que não havia uma colaboração efectiva com o anterior executivo em determinados aspectos sobre tudo entre o Ministério Público (MP) e o Ministério de Interior” mas apesar disso não existe perseguição nenhuma contra os membros do governo demitido a 12 de Maio de 2016.
“O MP é um órgão judicial e faz parte de um poder judicial e não pode ir a media (imprensa) todos os dias para falar do andamento e dos indícios do processo. Mas os processos judiciais correm ao segredo da justiça”, disse.
O procurador disse por outro lado ter recebido abertura total do actual ministro da Administração Territorial, Botche Candé, em colaborar com a PGR e em particular com o MP, “em todas as nossas tarefas que dizem respeito às actividades de investigação, da audição e em outras necessárias aos trabalhos do MP”.
“Ele (Botche Candé) é uma pessoa muito sensível e muito meu amigo pessoal e me recebeu com muita satisfação”, revela.
Depois de o Presidente José Mário Vaz ter nomeado Sedja Man, a 23 de Novembro de 2015, em substituição de Hermenegildo Pereira, foi aberto inquéritos sobre corrupção em diferentes ministérios e secretarias de estado durante o mandato de o governo de Domingos Simões Pereira e de Carlos Correia, ambos do PAIGC.
Por: Elisangila Raisa Silva dos Santos/radiosolmansi/Conosaba
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