Trapezismo politico...



(President Muhammadu Buhari and former President Olusegun Obasanjo)

Presidente Muhammadu Buhari diz que decidiu recorrer ao auxílio de um ex-presidente nigeriano, Olusegun Obasanjo, para mediar a crise política na Guiné-Bissau por causa de sua vasta experiência política e militar.


Em uma reunião no sábado com o Presidente da Guiné-Bissau, José Mario Vaz, à margem da Cimeira do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), segurando, em Joanesburgo, África do Sul, o presidente Buhari também disse que ele tinha considerado que o ex-Presidente forte compromisso com a unidade da Nigéria e da África antes de escolher ele.

Em uma declaração, um porta-voz do Presidente, Sr. Femi Adesina, citou o Presidente Buhari, dizendo que ele enviou o ex-presidente Obasanjo porque ele era a única pessoa viva ou morta, que tenha excluído a Nigéria por 11 anos.

"Eu serviu sob ele como um chefe de Estado militar. Ele tem um forte compromisso com a Nigéria e África. Foi por isso que eu olhei para ele e pediu-lhe para colaborar com o presidente Macky Sall do Senegal para estabilizar a situação da Guiné-Bissau ", explicou o Presidente Buhari.

Embora aprecie a expressão do presidente Vaz, de agradecimento pelo apoio da Nigéria durante a crise em seu país, o presidente Buhari disse-lhe que o apoio a Nigéria deu ao seu país foi o menos Nigéria que poderia fazer para estabilizar a Guiné-Bissau. Ele assegurou-lhe que ele poderia contar com o apoio da Nigéria em todos os momentos.

Presidente Vaz tinha dito que ele veio para agradecer ao Presidente Buhari por tudo Nigéria tinha feito para seu país, acrescentando que ele tinha sido ansioso para essa oportunidade.

"Eu não estou em uma posição para ajudá-lo, mas eu rezo por você todos os dias. Eu quero ter você como meu irmão mais velho e partes de sua experiência. A Nigéria é parte da solução e da estabilidade do meu país ", disse ele.


 

Não chove na G-Bissau como costumava ?


Diminuição da precipitação e elevação do nível do mar estão ameaçando a fertilidade do solo e da subsistência do povo da Guiné-Bissau, um vídeo recentemente lançado pela Bagabaga Studios relatórios.

No final de agosto, uma pequena comunidade de 435 habitantes, localizada em uma área remota de difícil acesso, na costa norte da Guiné-Bissau chamado Elalab viu a maioria de suas culturas de arroz destruídas pela água do mar. "Para Felupes pessoas - principal grupo étnico do Elalab - este cereal representa riqueza e meios de subsistência autónoma", a sinopse do vídeo explica.

A reportagem do site O Democrata acrescenta que "as inundações rompeu os diques de protecção que serviu como uma barreira, impedindo a entrada de água salgada nas áreas de água doce onde a base da dieta dos guineense foi cultivada e já crescidos."

Bagabaga, um Português mídia digital co-op, visitou a região e falou com um dos moradores da aldeia Elalab, Zé, que "nunca ouviu falar de aquecimento global, mas facilmente aponta alterações nas estações e como isso afecta sua vida quotidiana. "Zé ganha a vida desde a produção de pesca e arroz, e" não entende por que tudo isso está acontecendo "Assim, ele pergunta.:
""Quando éramos jovens, o calor só chegou durante a estação seca. Agora tudo mudou. Os campos de arroz tornaram-se mais salgado. Os peixes não são de tamanho mais. Mesmo a árvore acajou, que abençoou a todos com sombra, morreu. Durante os dias de nossa geração pais a água salgada não chegar à aldeia. Depois de arar a terra, todo o arroz tenha morrido. Tudo está em ruínas.Tudo. Isso é como a vida está se desenrolando. É assim que nós estamos lutando para sobreviver. Este é o castigo que estamos enfrentando em nossa casa. Em agosto, o nível do mar atingiu o maior de sua história. É uma das muitas aldeias da Guiné-Bissau ameaçadas de extinção. As pessoas se perguntam: por que uma vez chover muito e agora não funciona?""


MIMITO BIAI QUEBRA-CABEÇA DOS ADVERSÁRIOS NO FUTEBOL LUSO


FIGURA-SEMANA


“O Democrata” elegeu como figura da semana, o futebolista guineense do Vitória de Guimarães, Atair Mimito Rocha Biai, considerado como um jogador de enorme qualidade técnica e verdadeiro quebra-cabeças para os adversários, jogando sempre de cabeça erguida.
“Ao ver Mimito Biai em campo parece notar-se uma sintonia entre o atleta e a bola sendo muito difícil tira-la dos pés.  Para além disso, o Mimito é um atleta com boa visão de jogo e muito bom no um para um.  O atleta foi esta época chamado aos estágios de observação da selecção nacional de Sub 19. A seguir com atenção”, escreveu o Desporto Nacional (DN) na sua página do facebook.
Mimito joga actualmente na equipa de Júnior Sub-19 do Vitória de Guimarães, que disputa a 1ª Divisão do escalão.

BIOGRAFIA
Atair Mimito Rocha Biai, nasceu no dia 12 de Dezembro de 1997 em Bissau. Biai joga como médio centro ou ofensivo. O jovem atleta deixou o país a menos de quatro anos para fazer a sua primeira aventura no Sport Lisboa e Benfica (júnior B sub 17) na temporada 2013/2014, jogando nove vezes e apontou apenas um golo.
Na época 2014/2015 transferiu-se para Vitória de Guimarães (júnior A sub 19) onde alinhou em 22 partidas e marcou três tentos. E na presente temporada desportiva 2015/2016 ainda nos vimaranenses, Mimito já conta com nove encontros e tem um golo apontado.
Biai agenciado pelo empresário Catió Baldé, faz parte de um leque de promessas nacionais no futebol português.

A realidade das “crianças-irã” na G-Bissau


As crianças que nascem deficientes, que são gémeas, albinas ou simplesmente feias demais aos olhos dos pais são abandonadas ou eliminadas. O jornalista Francisco Pedro fala á Renascença da exposição que resulta da viagem que realizou à Guiné- Bissau.


“Mães coragem… e o vazio das crianças que não puderam ser felizes” é o título da exposição que o Museu de Arte Sacra e Etnologia de Fátima inaugura oficialmente este sábado.

Trata-se de 24 fotografias do jornalista Francisco Pedro que resultam da viagem que realizou em 2014 à Guiné- Bissau, integrado num grupo de missionários da Consolata.

Fotografias que pretendem servir como um alerta para o sacrifício de bebés que continua a verificar-se naquele país africano, através de um tributo às mães que têm a coragem de salvar os seus filhos, contrariando as crenças e tradições tribais.

De acordo com o jornalista da revista “Fátima Missionária”, na Guiné-Bissau existe uma tradição “em que eliminam ou abandonam as crianças quando elas nascem deficientes, são gémeas, albinas ou simplesmente são feias demais aos olhos dos pais”. São as chamadas “crianças-irã” ou “crianças feiticeiras”.

Em entrevista à Renascença, o jornalista conta que “os guineenses acreditam que estas crianças não são humanas e trazem associados determinados poderes enviados pelo demónio, que podem ser responsáveis por um conjunto de males para a família e para a comunidade, por isso organizam cerimónias para as matar”.

A ideia da exposição é dar a conhecer esta realidade, “partindo das mães que têm a coragem de não cumprir essas tradições, mesmo correndo o risco de virem a ser discriminadas pela própria comunidade que aceita este tipo de rituais”.

Lamentando que se trate de uma situação da qual ninguém queira falar, Francisco Pedro salienta que “felizmente há muitas mães que vão resistindo a essas tradições”. E aponta o caso de uma mãe, retratada nesta exposição, “que tem três pares de gémeos”, mais seis filhos do marido, e que “consegue tratar desses filhos todos”.

No entanto, fá-lo com grande sacrifício ao ponto de “todos os dias ter de ir buscar água, e pode ter que andar umas horas a pé até conseguir”. Por outro lado, alguns dos gémeos estão subnutridos e “ela para ir ao Centro Nutricional tem de fazer quatro horas a pé com duas crianças ao colo”.

Nesta exposição não encontrará fotografias das chamadas “crianças Irã”, mas de outras, felizes, acompanhadas de suas mães-coragem. Através do seu olhar feliz, o autor procura também enaltecer o trabalho que está a ser feito em Bissau pela Cáritas, diocese e religiosas da comunidade de Santa Mariana de Jesus, ao acolherem muitas das crianças rejeitadas, na Casa Bambaran. E realçar o esforço das irmãs missionárias da Consolata, através das acções de sensibilização junto das comunidades rurais, um pouco por todo o país.
Com inauguração neste sábado, a exposição tem entrada livre e pode ser vista até 3 de Janeiro de 2016.
 


 

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  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...