GUINÉ-BISSAU ESTÁ NO GRUPO DOS PAÍSES COM ALTOS ÍNDICES DE MORTALIDADE MATERNA

Infelizmente, segundo um estudo divulgado nesta quinta feira, 12 de Novembro pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a Guiné-Bissau tem o pior nível de mortalidade materna entre os países lusófonos, com 549 mortes de mulheres em cada 100.000 nascimentos de nados vivos em 2015. 
No estudo "Tendência da mortalidade materna: de 1990 a 2015 - Estimativas da OMS, UNICEF, UNFPA, Grupo do Banco Mundial e da Divisão de População das Nações Unidas" indica-se que a Guiné-Bissau está num grupo de 18 países, todos da África Subsaariana, com altos índices de mortalidade materna, que variam entre 900 e 500 mortes por 100.000 nados vivos.
Os responsáveis pelo relatório referem que os dados foram usados para verificar quais os países que conseguiram alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) adotados em 2000, em que os estados-membros da ONU se comprometeram a reduzir este ano a taxa de mortalidade materna em 75 por cento relativamente a 1990.
De acordo com o estudo, a Guiné-Bissau não fez progressos suficientes nesta matéria, pois a redução da mortalidade materna no período entre 1990 (907 mortes) e 2015 (549 mortes) foi de apenas 39,5%.
Cabo Verde (83,6% na redução de mortes maternas entre 1990 e 2015) e Timor-Leste (80,1%) são apontados no estudo como países que conseguiram atingir os ODM nesta matéria, sendo que apenas nove cumpriram essa meta (além dos dois lusófonos foram o Butão, o Camboja, o Irão, o Laos, as Maldivas, a Mongólia, o Ruanda).
Enquanto Cabo Verde passou de 256 mortes maternas em 100.000 nado vivos em 1990 para 42 em 2015, Timor-Leste reduziu as 1.080 mortes em 1990 para apenas 215 em 2015.
No estudo aponta-se que os demais países lusófonos estão a fazer progressos significativos no que se refere à mortalidade materna.
A Guiné Equatorial, novo integrante da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP - desde 2014), obteve uma redução de 73,9% nas mortes maternas, passando de 1.310 mortes em 1990 para 342 em 2015.
São Tomé e Príncipe diminuiu as mortes maternas em 52,7%, passando de 330 mortes em 1990 para 156 em 2015, assim como Moçambique, que diminuiu a mortalidade de 1.390 mortes para 489 (64,8%) no mesmo período.
Angola conseguiu progressos no que se refere à mortalidade materna, com uma redução de 58,9% (1.160 mortes em 1990 e 477 mortes em 2015).
O Brasil apresentou no período estudado uma redução de 57,7% (104 mortes em 1990 para 44 mortes em 2015), sendo assim considerado um país que está a fazer progressos na matéria.
Portugal teve uma redução de 41,2% nas mortes maternas no período avaliado, passando de 17 mortes (1990) para 10 (2015).
Em 2015, houve cinco países em que 10% ou mais das mortes maternas estiveram relacionadas com a SIDA (em óbitos indiretos), que são África do Sul (32%), Suazilândia (19%), Botswana (18%), Lesoto (13%) e Moçambique (11%).
"Este relatório mostra que no final de 2015 a mortalidade materna terá caído 44% relativamente aos níveis de 1990", afirmou Lale Say, coordenadora do departamento de saúde reprodutiva e investigação da Organização Mundial de Saúde (OMS).
"Trata-se de um enorme progresso, mas o avanço é desigual entre os países, em diferentes regiões do mundo", com 99% de mortes a envolverem países em desenvolvimento (sobretudo na África e Ásia), disse a especialista, numa conferência de imprensa realizada em Genebra.
A Serra Leoa foi o país com o maior índice de mortalidade materna em 2015, com 1.360 mortes em 100.000 nado vivos, mas em 1990 foram 2.630 mortes.
Finlândia, Polónia, Grécia e Islândia apresentaram apenas três mortes maternas em 100.000 nados vivos em 2015, o número mais baixo entre os países analisados.
A ONU definiu agora o objetivo de reduzir o rácio de mortes maternas para menos de 70 em cada 100 mil nados-vivos até 2030.

PM ASSISTIU A INAUGURAÇÃO DA ACADEMIA GERAÇÃO BENFICA EM BISSAU


Carlos Correia deu pontapé de saída da partida entre o Benfica de Bissau e Benfica-B de Portugal, na qual, os visitantes venceram por 04 bolas a 03, perante uma assistência confortável no estádio Nacional 24 de Setembro, sendo a esmagadora maioria benfiquista.
O ponto mais alto desse encontro de futebol amistoso foi a inauguração oficial de uma escola de futebol, denominada “Geração Benfica” em Bissau para quatrocentos meninos guineenses.
O protocolo de acordo entre os dois clubes foi assinado pelo presidente do Benfica de Bissau Sérgio Marques e vice-presidente de Sport, Lisboa e Benfica Rui Gomes da Silva.
A visita da comitiva de Benfica culmina 6ª feira 13 de Novembro com um encontro com o Presidente do Parlamento guineense, Cipriano Cassamá.

BISSAU ACOLHE 67ª SESSÃO DO COMITÉ EXECUTIVO DA UNIÃO PARLAMENTAR AFRICANA


A capital Bissau através do Parlamento guineense acolhe os dias 02 à 06 de Dezembro, a 67ª Sessão do Comité Executivo da União Parlamentar Africana (UPA) sob o tema; “ A Promoção da Democracia e do Estado de Direito como via para Assegurar a Paz e o Desenvolvimento nos Países Africanos.” Assim como a 38ª Conferência dos Presidentes das Assembleias Parlamentares Nacionais da União Parlamentar Africana.
Sob tema; “Os países Africanos face aos efeitos das alterações climáticas medidas a tomar e o papel dos parlamentos Africanos.” Ainda no decurso das sessões decorrerá no dia 4 de Dezembro o Comité das Mulheres Parlamentares da União Parlamentar Africana que terá como tema principal, “ Acção Parlamentar para Combater Eficazmente a Violência Contra as Mulheres e as Crianças”. 
Para a realização destes eventos está prevista a participação de cerca de 200 delegados e de 40 Presidentes de Assembleias Nacionais, em Bissau. 
A União Parlamentar Africana foi fundada a 13 de Fevereiro de 1976 em Abidjan, Cotê d´Ivoire (Costa de Marfim). A sua sede fica situada na mesma cidade. Atualmente conta com 40 países membros. As suas línguas de trabalho são Português, Inglês, Francês e Árabe.
A UPA tem como objetivos;
Unir todas as instituições parlamentares dos Estados da África, estabelecer contactos entre os Parlamentares Africanos e o resto do mundo, Contribuir para o fortalecimento da instituição parlamentar na África, promover a democracia a fim de alcançar os objetivos da organização de Unidade Africana para o estabelecimento de uma paz sólida.
 Em conferência de imprensa 6ª feira 13 de Novembro em Bissau, os membros da Comissão Organizadora desse encontro sub-regional em Bissau, o evento visa Reforçar a imagem do país no exterior, consolidar a presença da Guiné-Bissau de forma positiva nos principais fóruns políticos internacionais, Fortalecer o parlamentarismo como forma de prevenção de conflitos e de promoção da paz e da estabilidade bem como na criação de  
Oportunidades e potencialidades económicas atraindo investimentos para alavancar economia nacional.
Segundo os mentores da iniciativa, a segurança estará garantida para a materialização do evento de 06 dias em Bissau. Isto após a crise politica que resultou no novo governo, cujo titular do ministério do Interior ainda aguarda pela escolha consensual e a respetiva nomeação.

INTENTO SUICÍDIO NO BAIRRO DE ANTULA EM BISSAU


Desespero ou um desleixo total com a própria vida?
Um homem aparentemente de 30 anos de idade foi encontrado sábado 14 de Novembro, entre vida e morte no bairro de Antula em Bissau, num intento suicídio.
Ao ser encontrado, o sujeito se estava num estado completamente débil, imobilizado devido aos 03 ferimentos graves com garrafas partidas e que da sua própria autoria conseguiu provocar a si mesmo, como se vê nas imagens.
De acordo com o médico que o assistiu, o paciente está fora de perigo, não apresenta ferimentos penetrantes. Por isso, poderá recuperar a saúde gradualmente.
Segundo as fontes, a vítima levava maior parte do tempo da sua vida metido em bebidas alcoólicas. 

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...