CENTRAIS SINDICAIS PEDEM APOIOS DA COMUNIDADE INTERNACIONAL



A União Nacional dos Trabalhadores da Guine(UNTG) e a Confederação Geral dos Sindicatos Independentes(CGSI-GB), apelam à comunidade internacional o financiamento do Documento Estratégico para o Desenvolvimento da Guiné-Bissau que o governo apresenta na mesa redonda prevista para 25 de Março, em Bruxelas.
Segundo um comunicado à imprensa enviado hoje à ANG, as duas Centrais Sindicais que analisaram recentemente numa reunião, a situação da Mesa Redonda, congratulam-se com o Plano Estratégico e Operacional 2015/2025 intitulado Terra Ranka” elaborado pelo Governo.
O mesmo comunicado refere que as duas centrais sindicais felicitam a classe política e as autoridades do pais, pelo consenso politico e a maturidade democrática demonstrada a volta dos propósitos da Mesa Redonda de 25 de Marco.
Enaltecem o grande trabalho do Governo da Guiné-Bissau pela preparação exemplar, abrangente e inclusiva da Mesa Redonda e do Documento Estratégico, mobilizando todas as classes sociais e sensibilidades politicas para uma visão comum.
Realçam o papel das organizações da sociedade civil, em especial a classe trabalhadora pela colaboração permanente que tem dado às autoridades nacionais no processo de desenvolvimento e estabilização do pais
As duas centrais sindicais felicitam a comunidade internacional, particularmente a união Europeia “pelos apoios determinantes, sem os quais, seria impossível a realização da tão almejada Mesa Redonda”, dado ao governo.

www.gov.gw - conheça o Governo da Guiné-Bissau



O Governo da Guiné-Bissau apresentou hoje publicamente o seu portal na Internet com o qual pretende estar "mais próximo dos cidadãos e dos investidores", disse o porta-voz do executivo, Baciro Djá.



ENTRE

o Governo, estiveram presentes o primeiro-ministro e vários membros do Executivo guineense, representantes do corpo diplomático e de organismos internacionais e representantes da sociedade civil

"Tornou-se evidente que a aliança entre as novas tecnologias e a globalização impõem que os governos e instituições públicas estejam em contacto permanente com o país e com o mundo", disse Baciro Djá, que é também ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares.

Para Baciro Djá, a população, as empresas, os investidores, os organismos não-governamentais devem cada vez mais ter informação atualizada, fidedigna e dinâmica, daí a importância do portal do Governo.

Por sua vez, o primeiro-ministro guineense, Domingos Simões Pereira, que assistiu ao lançamento do portal do Governo na qualidade de convidado, elogiou o trabalho do ministro da Presidência do Conselho de Ministros, considerando-o um primeiro passo rumo ao "desafio da governação eletrónica" na Guiné-Bissau.

"Hoje, quem não está na Internet não existe, por isso, temos que ser capazes de colmatar essa deficiência", destacou Domingos Simões Pereira.

A página do executivo na internet (www.gov.gw) tem uma entrada com um sumário geral, a composição do Governo com o currículo de cada membro, o programa de governação e uma apresentação da Guiné-Bissau em várias vertentes.

As informações do portal do Governo guineense estão escritas em português, francês e inglês.

Na cerimónia de hoje, foi também apresentado um outro portal (www.teraranka.gov.gw) contendo informações sobre a visão de desenvolvimento do país para os próximos 10 anos e o respetivo plano operacional, dois documentos a serem revelados aos parceiros e doadores na mesa redonda de dia 25 em Bruxelas, Bélgica.

Flora Gomes Homenageado



Guiné-Bissau, o Diretor-geral da Agência Nacional de Aquisições Públicas (ANAP), denuncia desvio de procedimentos que regem as modalidades de compras do Estado, por algumas instituições

O Diretor-geral da Agência Nacional de Aquisições Públicas (ANAP), denunciou hoje que algumas instituições públicas não estão a obedecer aos procedimentos que regem as modalidades de compras do Estado.
Manuel João Fernandes Cá, em entrevista exclusiva à ANG, disse que todas as compras do Estado que não passarem pela ANAP são consideradas ilegais.

“Temos estado a deparar-se com enormes dificuldades nos últimos tempos em fazer instituições públicas endereçarem as suas encomendas de compras para a ANAP”, lamentou Fernandes Cá que adiantou que muitos justificam esta negligência com argumentos de que as compras via ANAP são morosas.

João Ca disse que o processo de compras deve ser morosos porque existem prazos que devem ser cumpridos para a elaboração dos Cadernos de Encargos, do controlo prévio, havendo prazos que devem ser dados aos empresários para apresentarem as suas propostas de ofertas.

“Nos últimos tempos as pessoas se recusam a endereçar os seus pedidos de encomendas para a ANAP, optando por fazê-las de forma directa, ignorando a existência de uma instituição vocacionada para fazer as aquisições públicas”, criticou.

O Diretor-geral da ANAP sublinhou que muitas instituições que se desviaram desse procedimento e forem detectados, não são alvos de nenhuma sanção e nem são responsabilizadas pelos seus actos,  da parte de quem de direito.

Manuel João Fernandes Cá frisou que, nos primeiros tempos da criação da ANAP, as coisas marcharam muito bem, mas com o tempo começaram a piorar, pois cada Ministério procedia as suas encomendas sem dar conhecimento à esta instituição.

“Muitas instituições ao invés de nos trazer as propostas de compras, preferem levá-las para a Direcção Geral dos Concursos Públicos. O papel da Direcção Geral dos Concursos Públicos é de controlar os procedimentos. A ANAP e a única entidade competente para lançar os concursos públicos”, explicou.


A Agencia Nacional de Aquisições de Compras Públicas (ANAP), foi criada por decisão do Conselho de Ministro, ao 9 de Agosto de 2014, em substituição da ex. Unidade Central de Compras Públicas (UCCP).

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...