EMPOSSADOS NOVOS DIRETORES REGIONAIS DE EDUCAÇÃO

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A ministra da Educação Nacional considerou hoje que o desenvolvimento do sector educativo nas regiões depende das competências dos delegados da Educação locais.
Maria Odete Costa Semedo que falava na cerimônia de empossamento dos novos delegados da Educação das oito regiões do pais, exortou a estes a imprimirem uma nova dinâmica que responda aos reais desafios actuais do sistema educativo da Guiné-Bissau.
A governante apelou o empenho dos recém-empossados para que a educação possa tornar-se num lugar de convergência de ideias, pois, acrescentou, “é de lá que sãem valores para preencher os restantes sectores”.
Ansumane Sissé, Director da Educação da região de Gabú, que falou em nome dos colegas prometeu dar o máximo possível para relançar a educação nas regiões, apesar de reconhecer que a tarefa será difícil. “Mas nada é impossível e tudo se consegue com a força de vontade”, disse.
Os novos directores empossados são: Silvano Choco Cinho, para região de Bafatá; Almami Sitafá Embaló, região de Biombo; Marcelino Cunha, região de Bolama; Elvira Maria Gomes Lopes, região de Cacheu; Bacar Seide, Oio; Luís da Silva, Quinara e Ansumane Sanha, região de Tombali.

RUTH MONTEIRO LANÇA CANDIDATURA À PRESIDÊNCIA DA ORDEM DOS ADVOGADOS



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A Candidata ao cargo de Bastonário da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau, disse que um dos remédios mais seguros para as feridas abertas na sociedade guineense é uma justiça efectiva, eficaz e eficiente.
Ruth Monteiro que falava hoje no acto de lançamento da sua candidatura ao cargo, adiantou que tal desígnio só se alcança com empenho dos profissionais do sector, frisando que os desafios que se colocam à Ordem vão muito além de meros interesses corporativos.
“Com efeito, a capacidade da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau em influenciar os demais actores do sistema, nomeadamente magistrados, os poderes executivo e legislativo em prol duma justiça efectiva, acessível a todos os cidadãos, célere e transparente dependem essencialmente da competência, experiencia e empenho da sua liderança “ considerou Ruth Monteiro.
A pretendente ao cargo de bastonário da OAGB referiu que a razão da sua candidatura reside no facto de as ideias acima referidas terem conseguido granjear em torno de um projecto, advogados de todas as esferas, desde os mais antigos aos estagiários com disponibilidade para dar o melhor de si para a elevação da profissão e da Ordem.
De acordo com Ruth Monteiro os objectivos “ desta candidatura “ resumi -se em três eixos fundamentais, sendo o primeiro: discutir e demandar a justiça, através da criação, implementação e dinamização de gabinetes que irão acompanhar as demandas de cidadãos vulneráveis e carenciados de justiça, entre outros.
O segundo eixo, tem a ver com a dignificação da classe, isto é, ministrar e dinamizar cursos de formação aos advogados e recém -licenciados, dinamizar e criar Gabinetes de luta contra corrupção, de defesa dos direitos fundamentais, de apoio judiciário, de estudos e documentação, entre outros.
Os Contributos para a Reforma do Sistema Judicial que significa pugnar pela criação de um Tribunal Constitucional que passe a ocupar – se de algumas das questões que até a data não têm tido tratamento satisfatório pelos tribunais existentes, defender, junto do Governo, a criação de um de um Instituto Publico encarregue da gestão financeira e patrimonial dos tribunais, retirando assim a gestão do Cofre da alçada ao Supremo Tribunal de Justiça., constituem o terceiro eixo do projecto de candidatura de Ruth Monteiro.
Na corrida ao cargo de bastonário da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau estão ainda mais dois outros advogados: Paulo Indeque e Basílio Sanca .


ESTUDO: A CORRUPÇÃO E A IMPUNIDADE MINAM A CREDIBILIDADE DO SECTOR DA JUSTIÇA NA GUINÉ-BISSAU



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Um estudo apresentado hoje pelo governo guineense visando a promoção de reformas no setor justiça revela que, a corrupção e a impunidade minam a credibilidade do setor da justiça da Guiné-Bissau, que tem ainda um quadro normativo “obsoleto”.
O executivo mandou efetuar um diagnóstico sobre a situação da justiça no país cujos resultados começou hoje a discutir, num processo que termina sexta-feira, com vários intervenientes no setor, visando a execução de medidas de reforma.
O estudo demonstra que o aparelho judicial guineense é minado por corrupção, falta de independência, impunidade, ineficiência, recursos humanos insuficientemente capacitados, infraestruturas e equipamentos inexistentes ou degradados, dificuldade do cidadão em aceder à justiça, quadro legal obsoleto e um tratamento desigual.
A ministra da Justiça, Carmelita Pires, que presidiu à abertura do seminário, afirmou que o país “tem que assumir” os resultados apresentados pelo estudo e propor soluções.
Para Carmelita Pires, “já não há mais espaço nem palavras para escamotear” a realidade do setor da Justiça do país pelo que a hora deve ser de reforma, a partir de “um amplo consenso” nacional.
A ministra considera que a reforma preconizada deve ser encarada como um desafio lançado aos operadores judiciários e aos servidores do Estado no seu todo, tendo como finalidade a criação de “uma nova Justiça e um novo sistema judiciário”.
O desafio é instituir um sistema independente, transparente, eficaz, com recursos humanos e materiais adequados, assente num novo quadro legal e acessível ao cidadão, independentemente da sua condição ou localização geográfica, afirmou Carmelita Pires.
No seminário, cofinanciado pelo Governo e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), também vai ser debatido o quadro normativo da justiça militar no aparelho judiciário guineense.
Fonte: Lusa

"A SOCIEDADE GUINEENSE PRECISA DE UMA JUSTIÇA EFECTIVA, EFICAZ E EFICIENTE" DIZ A CANDIDATA À BASTONÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS



 
Bissau, 06 Jan 15 (ANG) -A Candidata ao cargo de Bastonário da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau, disse que um dos remédios mais seguros para as feridas abertas na sociedade guineense é uma justiça efectiva, eficaz e eficiente.

Ruth Monteiro que falava hoje no acto de lançamento da sua candidatura ao cargo, adiantou que tal desígnio só se alcança com empenho dos profissionais do sector, frisando que os desafios que se colocam à Ordem vão muito além de meros interesses corporativos.

“Com efeito, a capacidade da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau em influenciar os demais actores do sistema, nomeadamente magistrados, os poderes executivo e legislativo em prol duma justiça efectiva, acessível a todos os cidadãos, célere e transparente dependem essencialmente da competência, experiencia e empenho da sua liderança “ considerou Ruth Monteiro.

A pretendente ao cargo de bastonário da O A GB referiu que a razão da sua candidatura reside no facto de as ideias acima referidas terem conseguido granjear em torno de um projecto, advogados de todas as esferas, desde os mais antigos aos estagiários com disponibilidade para dar o melhor de si para a elevação da profissão e da Ordem.

De acordo com Ruth Monteiro os objectivos “desta candidatura “ resumi -se em três eixos fundamentais, sendo o primeiro: discutir e demandar a justiça, através da criação, implementação e dinamização de gabinetes que irão acompanhar as demandas de cidadãos vulneráveis e carenciados de justiça, entre outros.

O segundo eixo, tem a ver com a dignificação da classe, isto é, ministrar e dinamizar cursos de formação aos advogados e recém-licenciados, dinamizar e criar Gabinetes de luta contra corrupção, de defesa dos direitos fundamentais, de apoio judiciário, de estudos e documentação, entre outros.

Os Contributos para a Reforma do Sistema Judicial que significa pugnar pela criação de um Tribunal Constitucional que passe a ocupar - se de algumas das questões que até a data não têm tido tratamento satisfatório pelos tribunais existentes, defender, junto do Governo, a criação de um de um Instituto Publico encarregue da gestão financeira e patrimonial dos tribunais, retirando assim a gestão do Cofre da alçada ao Supremo Tribunal de Justiça., constituem o terceiro eixo do projecto de candidatura de Ruth Monteiro.

Na corrida ao cargo de bastonário da Ordem dos Advogados da Guiné-Bissau estão ainda mais dois outros advogados: Paulo Indeque e Basílio Sanca .

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...