REGULADOR COMUNICAÇÃO SOCIAL DA GUINÉ-BISSAU DIZ QUE LIBERDADE IMPRENSA É MITIGADA NO PAÍS





O presidente da entidade reguladora da comunicação social da Guiné-Bissau, Ladislau Embassa, defendeu ontem que a liberdade de imprensa no país "é mitigada" e acusou alguns profissionais do setor de falta de isenção.

O líder do Conselho Nacional de Comunicação Social (CNCS), entidade do parlamento guineense, considerou ainda existir pressão política sobre os jornalistas, mais notória nos últimos tempos.

Ladislau Embassa falava aos jornalistas para assinalar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se celebra hoje.

Embassa afirmou que o quadro legal que regula a comunicação social do país "é propício e adequado" à liberdade de imprensa, mas faltam condições materiais para "um bom exercício" dos profissionais.

Por outro lado, Embassa acusou "alguns jornalistas" de faltarem ao princípio de observância do pluralismo e isenção no exercício da função de informar e formar os cidadãos, sublinhando que o quadro também influencia negativamente a afirmação da democracia no país.

"Se tivermos uma imprensa livre, teremos uma democracia saudável", considerou o presidente do CNCS.

O responsável sublinhou que outra fragilidade com que se depara a própria entidade que dirige é o facto de não possuir poder sancionatório aos profissionais faltosos.

Ladislau Embassa quer que o conselho passe a emitir licença de funcionamento aos órgãos de comunicação social - função desempenhada atualmente pelo Governo - e ainda participar na designação de diretores dos órgãos públicos, nomeadamente rádio nacional, televisão, agência noticiosa da Guiné e jornal Nô Pintcha.

"Em qualquer democracia moderna não é o Governo que tem essas atribuições", defendeu Ladislau Emba

Conosaba/Lusa/MO

FILHOS DE COMBATENTES ACUSAM GOVERNO DE SISSOCO DE ACABAR COM HISTÓRIA DOS LIBERTADORES DA PÁTRIA



O coordenador da Associação dos Filhos dos Antigos Combatentes acusa o governo de Umaro Sissoco Embalo de querer acabar com a vida e história dos que deram vida pela libertação do país.
Domingos Tamba que falava ontem quarta-feira (03 de Maio) num encontro onde estiveram presente a associação dos combatentes da liberdade da pátria, diz igualmente que este facto vem na sequência de um “dito” controlo de pagamento presencial de pensões aos combatentes da liberdade da pátria. “ Convém salientar que não estamos contra o controlo mas si contra a forma como ele está sendo feito e pelas pessoas que estão à testa do mesmo que nos criam muito receio quanto as suas idoneidades”.
O responsável explicou que foram realizadas controlo de pagamento presencial aos combatentes nos anos 2010-2011, questionando depois o relatório do referido pagamento e quais foram os destinos dos 44 milhões que segundo os mesmos foram poupados mensalmente.
Entretanto, afirma que existem combatentes que nas folhas de pagamentos constam valores de 230 mil francos CFA mas só recebem 30 mil.
Para isso, desafia o ministro da função pública a tornar público o relatório de pagamento dos anos 2010-2011 para que se saiba a verdade dos factos.
«Desafiamos o ministro da Função Publica e a equipa em dignar tornar publico o relatório dos pagamentos de 2010-2011 para que o povo da GB saiba da verdade para contrariar esta nossa opinião», conta.
Ao terminar exortou o presidente da república a tomar medidas necessárias porque segundo ele, a verdadeira corrupção no aparelho de estado reside no ministério da função pública.
Por: Nautaran Marcos Có/radiosolmansi com Conosaba do Porto/MO

«NUNO NABIAM CU FALA» "PRESIDENTE GUINEENSE TEM MÃOS COM MANCHAS DE SANGUE DO GENERAL TAGME NA WAIE"-Nuno Nabian


O Líder da Assembleia do Povo Unido (APU-PDGB) acusa, José Mário Vaz, enquanto ministro das finanças, de estar envolvido no assassinato do general, Tagme

Na Waie e vários cidadãos guineenses. 

Nuno Nabiam adianta afirmando que, o actual Presidente da República tem em suas mãos manchas de sangue e foi quem aliciou as pessoas que colocaram a bomba que vitimou mortalmente, o general Tagme, em 2009, que resultou, igualmente, no assassinato a sangue frio do Presidente Nino Vieira e vários cidadãos guineenses. 

Por outro lado, o político apuano responsabilizou o PAIGC e o PRS pela actual situação política e social em que país se encontra, por formarem um casamento para dilapidar dinheiro público.  O presidente da APU-PDGB assegura que, José Mário Vaz, conhece muito bem, as circunstâncias do assassinato do general Tagme Na Waie, no passado 1 de Março de 2009.

“Este Presidente não presta. Tem coração nojo. É por isso em três anos não consegue unir os guineenses e construir o país.”-Nabian


Conosaba/Notabanca/MO


general Tagme Na Waie com Nino Vieira

CARTA DOS PARTIDOS COM ASSENTO PARLAMENTAR PARA JOSÉ MÁRIO VAZ


Notabanca/MO

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...