"PRESIDÊNCIA ABERTA ABRE ESBANJAMENTO DO DINHEIRO NO TESOURO PÚBLICO COM OBJECTIVO VENDER MENTIRAS AO POVO E INJURIAR OPOSITORES"-UM


 União para Mudança (UM) volta a disparar contra a actual situação política vigente no país, apontando o dedo ao Presidente da República, José Mário Vaz como o protagonista.
Os dirigentes da UM acusam Chefe de Estado guineense de criar uma crise política absurdo maquiavélico violando a Constituição da Republica e de mais leis do país.
Em conferência de imprensa realizada hoje em Bissau Jamel Handen, um dos dirigentes do Partido advertiu que a democracia está a ser ameaçada na Guiné-Bissau.

Ainda, o membro da comissão permanente da União para Mudança, denunciou que a dita presidência aberta revela o esbanjamento do dinheiro no Tesouro Público, com único objectivo vender as mentiras ao povo e injuriar opositores escondendo associação criminosa do FUMPI.
Fanden acusa José Mario Vaz, Botche Candé, Braiima Camará e vitor Mandinga vulgo Nado Mandinga de lesarem o povo guineense de forma grave beneficiando de fundos ilegais.
Notabanca/MO

PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU ENCONTRO-SE HOJE COM A MISSÃO DA CEDEAO EM BISSAU




O nosso Presidente da República, Dr. José Mário Vaz recebeu ontem uma missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), chefiada pela ministra dos negócios Estrangeiros da Libéria, Marjon Kamara, teve como objectivo, seguimento da implementação do Acordo de Conacri.




PRIMEIRO-MINISTRO NÃO SE DEMITE APESAR DE EXIGÊNCIA DE PARTIDOS


O Primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, colocou ontem fora de questão demitir-se do cargo como exigem alguns partidos, indicou o porta-voz do governo, Malal Sané.
Umaro Sissoco Embaló transmitiu a sua determinação de não abandonar o executivo aos emissários da CEDEAO (Comunidade Económica de Estados da Africa Ocidental) que se encontram em Bissau para ajudar os guineenses a acabarem como impasse político.
"Não foi abordado a possibilidade de demissão (do primeiro-ministro), aliás, está fora de questão", disse Malal Sané, quando reportava aos jornalistas o conteúdo da conversa entre Sissoco Embaló e os emissários da CEDEAO. Sané disse que o primeiro-ministro está aberto para que "outros partidos" integrem o seu governo.
A organização enviou para Bissau os ministros dos Negócios Estrangeiros do Togo e da Libéria, o ministro de Estado e da presidência da Guiné-Conacri, bem como o presidente da Comissão para tentarem solucionar o impasse político na Guiné-Bissau que já dura há cerca de dois anos.
De concreto, os enviados da CEDEAO tentam levar as partes desavindas em Bissau a cumprirem com o chamado Acordo de Conacri, instrumento político patrocinado pela organização e com o qual se pretende criar um governo que inclua todas as forças políticas.
Quatro dos cinco partidos que integram o Parlamento guineense não reconhecem o atual executivo e pedem a sua demissão.
O presidente da comissão da CEDEAO, o beninense Marcel de Souza, defendeu que o Acordo de Conacri deve ser cumprido porque, enalteceu, "é o único caminho para o consenso" entre os atores políticos guineenses.
Marcel de Souza afirmou que as partes devem reconhecer que existe um conflito "entre o campo do Presidente José Mário Vaz e do primeiro-ministro, Umaro Sissoco Embaló e do outro apoiado pelo PAIGC e o líder do Parlamento", disse.
"É preciso que haja a boa-fé e que deem as mãos uns aos outros", declarou o presidente da comissão da CEDEAO, que ainda assim reconheceu "alguns avanços" no país, nomeadamente o pagamento regular de salários aos funcionários públicos.
A missão da organização oeste africana deve encontrar-se esta tarde com o Presidente guineense, José Mário Vaz e com o líder do Parlamento, Cipriano Cassamá.
Notabanca/MO

CEDEAO DIZ QUE HÁ POSSIBILIDADES PARA COLOCAR ACORDO DE CONACRY NO SEU NÍVEL APROPRIADO


Presidente da Republica, José Mário Vaz reuniu-se com a delegação da CEDEAO, e alguns membros da comunidade internacional com excepção o da UA.
"Ovídio Pequeno da UA bloqueado na porta empedido de participar na reunião." 
Após o encontro, a porta-voz da Missão da CEDEAO, Marjon Kamara, Igualmente, ministra dos Negócios Estrangeiros da Libéria, ladeado do presidente da Comissão da CEDEAO, Marcel de Souza, disse saírem no encontro Com José Mário Vaz, confiantes:
“Sairmos aqui confiantes que irá haver um esforço renovado para continuar com a implementação do Acordo de Conacry. Temos um acordo com o Presidente Mário Vaz, que irá trabalhar, esperando todas as possibilidades para colocar o Acordo de Conacry, no seu nível apropriado.” Garante a porta-voz da Missão da CEDEAO.

Ovídio Pequeno UA
O representante da União Africana (UA) no país, Ovídeo Pequeno, foi impedido de entrar na sala onde decorria a reunião. 
Notabanca soube da fonte credível que, o nome do representante da UA não consta na lista dos convidados à reunião que decorreu, no Palácio Cor-de-Rosa, em Bissau. 
A reunião decorreu perante olhares do representante da ONU no país, Mudibo Turé, figura contestada, sobre a crise. 
Para dignificação da sua postura e sua organização, a fonte avança que, Ovídeo Pequeno não participará no encontro de leitura do comunicado final da missão da CEDEAO, à crise política guineense, após encontros com as partes em litígio. 
Notabanca/MO

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...