AMADEU CORREIA: NENHUMA CONTA OU GERÊNCIA DE ESTADO FOI REMETIDA A SUA INSTITUIÇÃO


O director-geral de fiscalização e controlo de contas do Tribunal de Contas afirmou ontem segunda-feira que até hoje nenhuma conta ou gerência de estado foi remetida a sua instituição.
Amadeu Correia que falava na cerimónia de abertura do seminário de socialização dasINSTRUÇÕES de prestações de contas para administradores dos órgãos da soberania, disse igualmente que a qualquer momento que o governo EMITIR a conta vão pronunciar.
“ O tribunal de Contas emite parecer sobre a conta geral do estado, mas para emitir o parecer o governo tem que apresentar a conta de gerência. A previsão era que o tribunal de Contas emitisse parecer sobra as contas de 2011,2012 e 2015 mas até essa data nenhuma conta deu entrada no tribunal”, diz.
Adelino Sanca, vice-presidente do TC ao presidir o acto de abertura sublinhou que a ausência da prestação de contas por parte dos gestores dos fundos públicos deve a ausência de um manual de instruções de prestação de contas.
O responsável salientou que face a esta situação, em 2012, o tribunal emitiu e publicou no Boletim Oficial o referido manual “ mesmo assim continuou a VERIFICAR o incumprimento dessa obrigação”, pelo que depois de uma análise cuidada das razoes que levaram o não cumprimento por parte dos gestores dos fundos públicos, “o tribunal passou para uma outra fase que é a de socialização deste instrumento, facto que nos juntou aqui”, sublinhou.
Durante cinco dias os participantes vão debater entre outros assuntos a situação do tribunal de contas.    
Por: Nautaran Marcos Có/radiosolmansi com Conosaba/MO

UMARO SISSOCÓ E CIPRIANO CASSAMA REGRESSARAM AO PAÍS ENCORAJADOS PARA VIRAR A PÁGINA POLÍTICA



O presidente da Assembleia Nacional Popular promete tudo fazer ao alcance do Parlamento para que a esperança do povo não seja mais defraudada.

No Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira de Bissau, provenientes de Dakar à convite do Presidente Macky Sall do Senegal, Cipriano Cassama reafirma apoio parlamentar ao Governo de Umaro Sissoco, convidando a classe politica para contribuir no desbloqueio da crise politica.


“Regressamos encorajados que tudo corra bem, quinze meses é muito. Já é tempo de virarmos a página, cada um deixar ego pensar nessa juventude, nessas mulheres, e no povo da Guiné-Bissau”, notou líder parlamentar.

Presidente do Parlamento guineense esclarece que tudo que está a fazer “ não tem nada com a questão politica, estou a cumprir com o Regimento da ANP”, conclui Cassamá.

Conosaba com Notabanca/MO



MOVIMENTO DE APOIO AO REGRESSO DE CARLOS GOMES JÚNIOR EM CONTACTO COM AS ESTRUTURAS DE BASE




Após o encontro com a população de Buba, Sul do país e em Bissau com as estruturas dos círculos eleitorais-24, 25, 26, 29, e no passado sábado foi a vez do círculo eleitoral-28 em Bissau.

O Movimento de Apoio ao Regresso de Carlos Gomes Júnior está a fortalecer as estruturas de base com vista ao regresso ao país de “Cadogo filho”, deposto por golpe de Estado em 2012.



No encontro com a estrutura local, Bubacar Martins Sambú, Coordenador do Movimento entende que,   Carlos Gomes Júnior, Francisco José Fadul, Pedro Infanda Iancuba Djola Indjai e de mais exilados políticos devem regressar ao país, porque a classe politica já deu prova negativa paralisando as escolas, o número de óbitos a subir em flecha, povo condena à morte lenta.

Numa única voz, os dirigentes da estrutura local, reafirmaram o total engajamento na sensibilização da população com vista ao regresso de Carlos Gomes Junior ao país.

Notabanca com Conosaba/MO




GUINÉ EQUATORIAL ENVERGONHA A CPLP NO CENÁRIO INTERNACIONAL - DIPLOMATA BRASILEIRO



O antigo embaixador do Brasil junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Lauro Moreira considerou que a entrada da Guiné Equatorial no bloco lusófono é uma questão que envergonha a organização.

"É uma vergonha. Se não fossem suficientes os problemas que nós temos internamente, agora temos um problema que é pavoroso, porque é uma questão que envergonha a CPLP", afirmou à agência Lusa Lauro Moreira, que é presidente do conselho diretivo do Observatório da Língua Portuguesa (OLP).

Para o antigo embaixador brasileiro junto da CPLP (2006-2010), o bloco lusófono já tem, por exemplo, "problemas seríssimos com a Guiné-Bissau, que é um país maravilhoso, que ao mesmo tempo tem ótimos quadros superiores, mas que agora está reduzido a um narco-Estado".

"Este país (Guiné Equatorial) é pária na comunidade internacional", sublinhou Lauro Moreira.

A Guiné Equatorial - que é uma antiga colónia espanhola e também não tem laços culturais com os países lusófonos -- aderiu formalmente ao bloco lusófono durante a Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da CPLP em Díli, em 2014.

O Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, é um dos governantes mais antigos à frente de um Governo em África, desde agosto de 1979 (a par com José Eduardo dos Santos, Presidente de Angola), através de um golpe de Estado contra o próprio tio, Francisco Macías, que foi posteriormente fuzilado.

Obiang e membros da sua família (nomeadamente o seu filho 'Teodorin' Obiang) - que têm uma das maiores fortunas em África segundo a revista Forbes - enfrentam processos em alguns países por corrupção, fraude e branqueamento de capitais, assim como o Presidente equato-guineense enfrenta acusações de violação dos direitos humanos por várias organizações não-governamentais (ONG).

A pena de morte na Guiné Equatorial está suspensa neste momento, medida que foi tomada para poder entrar no bloco lusófono. Também segundo a ONG Transparency International, é um dos países mais corruptos do mundo.

Segundo Lauro Moreira, Teodoro Obiang "reina em absoluto sobre um país que flutua hoje em petróleo e sobre uma população naufragada na maior miséria".

É, de acordo com o diplomata, "um país desconsiderado pela comunidade internacional, isolado pela língua (o único a falar espanhol em toda a África), cuja história, cultura e comportamento nada tem a ver com os ideais que presidiram a criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, em 1996".

Na Cimeira da CPLP em Brasília, que decorreu em novembro, o Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou estar, tal como o primeiro-ministro António Costa, "muito à vontade" quanto à entrada da Guiné Equatorial na CPLP porque ambos não participaram na cimeira que aprovou a adesão.

O Presidente português assinalou que atualmente a pena de morte não é aplicada na Guiné Equatorial, mas garantiu que Portugal estará "atento aos passos" dados por este país para alterar o panorama dos direitos humanos antes da próxima cimeira lusófona e destacou os passos "para a valorização da língua portuguesa".

Lauro Moreira afirmou que a CPLP ficou desfigurada com a estrada da Guiné Equatorial para o bloco lusófono, pois é "um país que nada fez na prática para merecer essa concessão a não ser introduzir às pressas o português como língua oficial, ao lado do espanhol e do francês, e acenar com os seus petrodólares de novo-rico".

Lusa/Conosaba/MO

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...