PRESIDENTE DA GUINÉ-BISSAU ESTEVE REUNIDO COM O SEU HOMÓLOGO CABOVERDIANO DR. JOSÉ CARLOS ALMEIDA FONSECA



Dr. José Mário Vaz e Dr. José Carlos Almeida Fonseca



Já em Lisboa, esta tarde, o Presidente da República da Guiné-Bissau esteve num encontro 'di ermondadi' com o seu homólogo Caboverdiano Dr. José Carlos Almeida Fonseca.

Presidente da Guiné-Bissau disse que, o encontro foi bastante produtivo, tiveram oportunidade de passar em revista o estado da cooperação entre a Guiné-Bissau e Cabo Verde. 



Conosaba/MO

«ELEIÇÕES NA FFGB» CANDIDATO DERROTADO, CAÍTO TEIXEIRA RECONHECE RESULTADOS




Bissau, 23 jun. 16 (ANG) – O terceiro candidato mais votado nas eleições para presidência da Federação de Futebol da Guiné-Bissau (FFGB),ocorridas sábado, Caito Teixeira, disse que reconhece os resultados do escrutínio que deu vitoria ao presidente cessante, Manuel Irénio Nascimento Lopes.

Caito Texeira declarou o seu reconhecimento aos resultados das eleições numa conferência de imprensa realizada terça-feira.

Apesar desse reconhecimento, Caito afirmou que houve irregularidades, mas também nas as revelou à imprensa.

Manuel Nascimento Lopes foi reeleito ao mais alto cargo da FFGB com 38 votos seguido de Bubacar Conté que obteve 15 votos.

Na terceira posição ficou Caito Teixeira com 5 votos enquanto o ultimo colocado Inu Embalo, obteve zero voto. 

ANG/FGS/JAM/SG/Conosaba/MO

«DIA AFRICANO DA FUNÇÃO PÚBLICA» "ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GUINEENSE SE ENCONTRA NUM ESTADO CRÍTICO", DIZ PM




Bissau, 23 Jun 16 (ANG) – O Primeiro-ministro disse ontem que a administração pública guineense é caracterizada por insuficiência de capacidades institucionais e humanas, o que limita o seu desempenho e sua produtividade.

“Não podemos escamotear a verdade, a nossa administração pública se encontra num estado critico, onde o facilitismo, o nepotismo e a corrupção constituem bases de alianças”, disse o Primeiro-ministro.

Baciro Djá presidia a cerimónia comemorativa do Dia Africano da Função Pública sob o lema “Função Pública entre avanço e recuo em serviço da Guine-Bissau”.

Para o chefe de governo, o lema escolhido evidencia a necessidade de se fazer uma radiografia da Função Pública e de analisar as suas forças e fraquezas nas diferentes fases.

Acrescentou que as acções inscritas no programa do governo, por aprovar, no que diz respeito a gestão administrativa e de redimensionamento dos esforços do Estado, devem ser assumidas em plena articulação entre o Ministério da Economia e Finanças e o da Função Pública, para evitar disparidades.

Baciro Djá prometeu, por outro lado, juntar a mesma plataforma, os principais actores do aparelho administrativo e parceiros que apoiam o sector, para juntos debaterem questões substanciais de funcionamento da administração pública.

“A crise que o país conheceu nos últimos meses, encerrada com a nomeação deste governo, teve impacto a vários níveis, não constituindo para a administração nenhuma excepção, e por isso o momento impõe a adotação de medidas capazes de melhorar a performance da administração pública", referiu. 

De acordo com o primeiro-ministro, a ocasião serve para reflexão e mobilização geral dos funcionários e agentes do Estado em prol da prestação de serviço público.

Por seu turno, o ministro da Funçao Publica, Trabalho e Segurança Social, Tumane Baldé, acrescentou que já é a hora de se começar a receber sinais de prestação de contas, no âmbito do cumprimento do chamado dever de boa administração da coisa pública.

O governante alertou ainda que prestar contas significa conhecer o que deve ser feito, segundo, fazê-lo da melhor forma possível e depois procurar atingir cada vez mais patamares altos de performance.

Tumane Balde revelou ainda que o Estado da Guiné-Bissau está tal como está é porque não priorizou a administração pública, o que significa que têm que caracterizar a aprovação da orgânica de todos os departamentos governamentais com os seus respectivos quadros do pessoal.

Disse que devolver ao Ministério da Função Pública a tarefa de processamento de folhas de salário e conferir ao Ministério das Finanças apenas o processamento financeiro das mesmas serão as prioridades a serem definidas brevemente.

ANG/ LLA/SG/Conosaba/MO

«FMI EM BISSAU» PARCEIROS INTERNACIONAIS NÃO VÃO FINANCIAR ORÇAMENTO DA GUINÉ-BISSAU



O chefe da missão do FMI, Félix Fischer



Anúncio foi feito pelo FMI no início de uma missão a Bissau.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) informou nesta quinta-feira o Governo da Guiné-Bissau que os principais parceiros financeiros do país vão congelar as ajudas prometidas para 2016.
A notícia foi revelada for Felix Fisher, chefe da missão do FMI que iniciou ontem uma visita de sete dias a Bissau, durante a qual pretende discutir com o Executivo de Baciro Djá a cooperação entre as duas partes.

"Os parceiros que antigamente deram apoio orçamental comunicaram-nos que não vão dar apoios este ano, o que complica a situação fiscal do Governo", afirmou Fisher, que remeteu mais detalhes para os parceiros internacionais

Aquele responsável adiantou, no entanto, que agora o mais importante “é fechar o buraco orçamental através de cortes nas despesas e captação de mais receitas", facto que, para ele, pode provocar"uma situação fiscal complicada" para o Governo.

Um dos principais pontos da agenda dos especialistas do FMI é o contrato de resgate aos bancos comerciais feito e anulado pelo anterior Governo e que esteve na base da decisão da suspensão do pagamento de novas tranches do programa de ajuda orçamental do Fundo à Guiné-Bissau.

Na quarta-feira, 22, o ministro da Presidência do Conselho de Ministros Aristides Ocante da Silva,reiterou à VOA que o Governo “está empenhado em resolver o diferendo com o Fundo Monetário Internacional, que pode por em causa o financiamento do Orçamento Geral do Estado”.

De acordo com Felix Fisher, o FMI quer conhecer as medidas que o Executivo de Baciro Djá vai tomar para minimizar os custos da rescisão do contrato com os bancos comerciais.

Nos últimos meses, representantes dos parceiros internacionais da Guiné-Bissau vêm alertando as autoridades para a eventualidade de o país perder apoios e financiamentos devido à crise política que estalou desde que o Presidente da República José Mário Vaz demitiu o Governo do PAIGC, liderado por Domingos Simões Pereira em Agosto de 2015.

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...