DEPUTADOS APROVAM LEI SOBRE REALIZAÇÃO DE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS

Assembleia

Os Deputados da Nação aprovaram segunda-feira, por unanimidade, o projecto-lei sobre capacidade de realização da eleição autárquica na Guiné-Bissau, prevista para 2017.
Em entrevista à ANG, o deputado Mandu Camar á , da bancada do PAIGC disse que a aprovação desta lei vai permitir aos guineenses gerirem os seus bens locais.
Mandu Camará acrescentou  que a autarquia é um poder através do qual  cada região vai estar a altura de seguir o seu destino próprio com a finalidade de promover o desenvolvimento local através de iniciativas próprias.
“Para ter uma câmara cada cidade deve ter pelo menos  um centro de saúde, um estádio de futebol, mercado e agências bancárias. Existem  cidades que reúnem as condições de ter câmara”, disse  Camar.
O deputado ainda destacou que os municípios  precisam de  ter, infraestrutura, recursos humanos e financeiros para poder funcionar como uma câmara autónoma.
Mandu Camará considerou  que as autarquias na Guiné-Bissau, só vão  trazer ganhos para país, acrescentando que cada local vai ter oportunidade de poder discutir e decidir os problemas que afectam as suas localidades.
“A autarquia no país irá evitar igualmente o êxodo dos quadros da zona rural, vai permitir menos aglomeração dos mesmos na capital, Bissau a procura de melhores condições de vida”, disse o deputado do PAIGC.
Por sua vez, o Deputado do PRS Tumane Baldé considerou a aprovação da lei autárquica de um acto positivo, sublinhando que irá permitir a descentralização do poder no país.
“Estou convicto de que a implementação da autarquia no país vai dar um bom resultado porque o povo da Guiné-Bissau já estava a viver a autarquia de uma forma indirecta uma vez que existem sectores em que  não funcionam a instituição estatal mas que conseguiram criar as suas escolas e que estão a viver  normal”, explicou Tumane Baldé.
 
In ang

«EXPOSIÇÃO MUNDIAL - MILÃO 2015» GUINÉ-BISSAU PREPARA COMITIVA PARA REPRESENTAR PAÍS NA EXPO 201


A Guiné-Bissau está a preparar uma comitiva oficial para representar o país na Expo 2015, exposição mundial que está a decorrer em Milão, Itália, disse ontem a comissária Francisca (Zinha) Vaz, que garante que o objectivo é mostrar uma "imagem positiva" do país - na sequência da reunião de doadores internacionais de Bruxelas, realizada no final de Março - e conseguir "atrair investimento".
"O dia 24 de Setembro, em que se celebram 42 anos de independência, será o ponto alto da participação: será também o dia da Guiné-Bissau [no evento] e toda a Expo vai parar para ouvir falar do país", referiu. 
A Guiné-Bissau declarou independência em 24 de Setembro de 1973, declaração que foi reconhecida por Portugal em 10 de Setembro de 1974. Francisca Vaz está desde maio em Milão a dirigir a participação guineense, mas deslocou-se na última semana a Bissau para preparar com os organismos de Estado e outras entidades a comitiva que deverá estar presente na Expo a 24 de Setembro.
A Guiné-Bissau participa na exposição mundial com um espaço de 60 metros quadrados oferecido pelo governo italiano e em que mostra imagens das potencialidades do país, com destaque para a biodiversidade. São também exibidos alguns dos mais recentes livros sobre o tema, sobretudo dedicados à fotografia.
O espaço da Guiné-Bissau está incluído no grupo de pavilhões dedicados ao mar e alimentação.
Francisca Vaz diz que o objetivo é mostrar uma "imagem positiva" do país - na sequência da reunião de doadores internacionais de Bruxelas, realizada no final de Março - e conseguir "atrair investimento".A Expo de Milão é composta por 145 pavilhões de 80 países e espera 20 milhões de visitantes nos seis meses de funcionamento.
Lusa

«MUDANÇA DE MENTALIDADE» UNIOGBIS FORMA COMUNIDADE ISLÂMICA EM MATÉRIA DE GÉNERO NA GUINÉ-BISSAU


Bissau, 14 Jul 15 (ANG) - O Escritório Político das Nações Unidas de Apoio a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), em colaboração com o Conselho Nacional Islâmico, iniciou hoje, um curso de formação no domínio de género destinado aos membros das organizações islâmicas guineenses.
Segundo um comunicado da UNIOGBIS recebido pela ANG, estas acções para o reforço de capacidades dos membros do Conselho Nacional Islâmico resultam das recomendações dos participantes de um estudo realizado em 2014, nas regiões de Bafatá, Gabu, Quinará e no Sector Autónomo de Bissau, que tinha como finalidade, avaliar a percepção da igualdade de género, direitos das mulheres e os seus papéis na prevenção, gestão e resolução de conflitos. 
“Para as Nações Unidas, a participação dos líderes religiosos no processo da mudança de mentalidades tendentes à promoção da igualdade de género e direitos humanos das mulheres é indispensável e contribui para a consolidação da democracia e do estado de direito, lê-se no documento que acrescenta que o UNIOBIS manifesta a sua disponibilidade em continuar a apoiar as iniciativas que visam tornar efectivas, a igualdade de género no país.
Ainda na nota, este escritório integrado da ONU informa que este curso em matéria de igualdade de género e direitos humanos das mulheres que decorre durante três dias, constitui a última fase do projecto e nele participam 25 homens e 25 mulheres nomeadamente, os imames e os jovens líderes islâmicos.
De acordo com o UNIOGBIS, estas actividades se desenrolam no quadro da implementação da Resolução 1325 do Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovada em 2000, sobre as Mulheres, Paz e Segurança.

«PARLAMENTO GUINEENSE» DEPUTADOS APROVAM LEI SOBRE REALIZAÇÃO DE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS



Bissau, 14 Jul 15 (ANG) - Os Deputados da Nação aprovaram segunda-feira, por unanimidade, o projecto-lei sobre capacidade de realização da eleição autárquica na Guiné-Bissau, prevista para 2017. 
Em entrevista à ANG, o deputado Mandu Camará , da bancada do PAIGC disse que a aprovação desta lei vai permitir aos guineenses gerirem os seus bens locais. 
Mandu Camará acrescentou que a autarquia é um poder através do qual cada região vai estar a altura de seguir o seu destino próprio com a finalidade de promover o desenvolvimento local através de iniciativas próprias.
“Para ter uma câmara cada cidade deve ter pelo menos um centro de saúde, um estadio de futebol, mercado e agências bancárias. Existem cidades que reúnem as condições de ter câmara”, disse Camará . 
O deputado ainda destacou que os municípios precisam de ter , infraestrutura, recursos humanos e financeiros para poder funcionar como uma câmara autónoma.
Mandu Camará considerou que as autarquias na Guiné-Bissau, só vão trazer ganhos para país, acrescentando que cada local vai ter oportunidade de poder discutir e decidir os problemas que afectam as suas localidades.
“A autarquia no país irá evitar igualmente o êxodo dos quadros da zona rural, vai permitir menos aglomeração dos mesmos na capital , Bissau a procura de melhores condições de vida”, disse o deputado do PAIGC.
Por sua vez, o Deputado do PRS Tumane Baldé considerou a aprovação da lei autárquica de um acto positivo, sublinhando que irá permitir a descentralização do poder no país. 
“Estou convicto de que a implementação da autarquia no país vai dar um bom resultado porque o povo da Guiné-Bissau já estava a viver a autarquia de uma forma indirecta uma vez que existem sectores em que não funcionam a instituição estatal mas que conseguiram criar as suas escolas e que estão a viver normal”, explicou Tumane Baldé.

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...