GUINÉ-BISSAU - UM PAÍS DE SONHO.




PRESIDENTE GUINEENSE INICIA PÉRIPLO A PAÍSES AFRICANOS


O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, deixou Bissau para um périplo a vários países africanos para abordar a situação política guineense. 
O líder guineense saiu de Bissau para a República do Congo, onde se vai encontrar com o seu homólogo, Denis Sassou Nguesso, ainda hoje. 
De seguida, José Mário Vaz viaja até à Libéria onde será recebido pela sua homóloga liberiana, Ellen Johnson Sirleaf. 
José Mário Vaz segue depois para Abidjan, na Costa do Marfim, para se reunir com o Presidente costa-marfinense, Alassane Ouattara, terminando o périplo em Conacri, quando for recebido pelo Presidente da Guiné-Conacri, Alpha Condé.
Segundo as fontes do Governo, José Mário Vaz deve regressar a Bissau na terça-feira. 
Antes de embarcar hoje no aeroporto de Bissau e em declarações aos jornalistas, o líder guineense indicou que vai ao Congo para "um encontro de trabalho" com o seu homólogo congolês para tratarem da cooperação entre os dois países. 
O périplo do líder guineense aos países da sub-região africana acontece dias depois de a CEDEAO ter dado um ultimato aos atores políticos da Guiné-Bissau para que cumpram, dentro de 30 dias, um acordo internacional para acabar com a crise política que já dura há cerca de dois anos. 
A CEDEAO ameaça sancionar os políticos que não respeitarem o Acordo de Conacri, mas não especificou que tipo de sanções podem ser impostas. 

Notabanca/MO

ESTABILIDADE NA GUINÉ-BISSAU SÓ RESULTA DE PROCESSO INCLUSIVO, DIZ ONU





Vice-representante especial do secretário-geral na Guiné-Bissau fala à ONU News sobre os esforços do Escritório de Consolidação da Paz da organização no país africano, Uniogbis.

Carmignani afirmou que um diálogo inclusivo é o caminho para a estabilidade na nação de língua portuguesa.



ONU News conversou com especialista em política do Escritório da ONU no país, Uniogbis; Marco Carmignani lembra que última resolução do Conselho de Segurança destaca processo consensual.

O caminho para se alcançar uma solução para o impasse político vivido pela Guiné-Bissau passa por um diálogo inclusivo e pela busca do consenso.

A declaração foi dada à ONU News pelo vice-representante especial do secretário-geral no país, Marco Carmignani.

Reformas prioritárias

"A consolidação da paz e estabilidade na Guiné-Bissau somente podem resultar de um processo consensual, inclusivo e com apropriação nacional, que respeitem a ordem constitucional, as reformas prioritárias dos setores de defesa, segurança e justiça. A promoção do Estado de direito, a proteção dos direitos humanos, a promoção do desenvolvimento socioeconómico. E a luta contra a impunidade e o tráfico de drogas dentro de um marco de soberania, de independência , de unidade e de integridade territorial da Guiné-Bissau."

Ainda na entrevista, Carmignani lembrou que o Conselho de Segurança pede que haja as condições necessárias para apoiar a realização das eleições legislativas e presidenciais, previstas para 2018 e 2019, respectivamente.

Decisão

Carmignani lembrou ainda que a data das eleições é uma decisão que compete às autoridades nacionais.

"A lei eleitoral prevê que as datas das eleições são tornadas públicas através de um decreto presidencial tendo em conta os termos do mandato da atual legislatura e de outros postos eletivos."


O Escritório da ONU na Guiné-Bissau é liderado por Modibo Touré com Conosaba do Porto/MO

PRESIDENTE GUINEENSE ABRE POSSIBILIDADE DE EXONERAÇÃO DE UMARO SISSOCO



O Governo de Umaro Sissoco Embaló está em queda livre.
Durante a audiência com a missão da CEDEAO, o Chefe de Estado guineense foi informado sobre as declarações de Umaro Sissoko Embaló, à imprensa, em como “estaria disposto a deixar o posto do primeiro-ministro, se for para o bem do país”.

Em resposta, segundo apurou e-Global, o Presidente José Mário Vaz, respondeu que é “uma janela de oportunidade que precisar ser aproveitada”.
A missão de seguimento do acordo de Conacri que esteve em Bissau e manteve encontros com diferentes atores políticos guineenses, impôs o prazo de “30 dias” para o cumprimento do Acordo, se este prazo não for respeitado poderá avançar com sanções contra os principais responsáveis pelo bloqueio do Acordo.

Notabanca/MO

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...