7ª Edição Fórum Lusófono das Comunicações

A Associação de Reguladores das Comunicações e Telecomunicações da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (ARCTEL-CPLP) e a Associação de ccTLDs de Língua Portuguesa (LusNic), realizarão o 7º Fórum Lusófono das Comunicações, nos dias 18 e 19 de Fevereiro, na Sala de Conferências das Nações Unidas, em São Tomé e Príncipe.


É num quadro de um mundo globalizado e interligado pelas redes virtuais que a ARCTEL-CPLP e a LusNIC, decidiram juntar esforços e promover em conjunto o 7º Fórum Lusófono das Comunicações sob o tema “Desafios da Economia Digital”, no sentido de realizar um debate alargado sobre o que tem mudado e o que é expectável que mude num futuro próximo e de que forma a CPLP e os seus agentes se devem preparar os desafios que se avizinham.

Em 2016 este evento será realizado com o apoio da AGER (Autoridade Geral de Regulação) de São Tomé e Príncipe.

A participação é gratuita e aberta a todos os interessados em saber mais sobre as mudanças que a Era Digital veio trazer às nossas empresas, ao sector em geral, e como poderá contribuir para o desenvolvimento da economia nos países da CPLP.

Para assistir ao Fórum é apenas necessária a inscrição através do email flc@arctel-cplp.org.
 
 





 

UNIÃO AFRICANA APREENSIVA COM CRISE POLÍTICA NA GUINÉ-BISSAU


UA_Ovidio Pequeno


A União Africana está apreensiva quanto ao evoluir da crise política que opôs duas alas do mesmo partido [PAIGC] em acesas disputas internas que já foram transferidas para o parlamento.
Em entrevista à Rádio Jovem, esta quarta-feira,13 de janeiro 2016, em Bissau, Ovídio Pequeno, representante residente da União Africana (UA) na Guiné-Bissau, diz que é urgente que o país saia desta situação de instabilidade política.
“Neste momento não interessa passar culpas uns aos outos, mas o mais importante é encontrar formas de resolver a situação. O país não pode andar uma semana sim, uma semana não. Um mês sim, um mês não. Na Guiné-Bissau quando há crise sempre há rumores por todo lado, o que mais complica a situação”, disse sublinhando ser necessário que haja diálogo tanto ao nível dos partidos políticos internamente como entre os partidos políticos.
O diplomata ao serviço da UA lembra ter pedido ao Chefe de Estado, José Mário Vaz, que no quadro das suas prerrogativas constitucionais, fizesse tudo quanto fosse possível para que o país saia da crise vigente.
“O que me custa entender é este facto: Porquê é que se recusa sempre, cada um se fecha e se crispa uma situação sem esgotar toda a possibilidade de diálogo”, questiona insistindo na necessidade de diálogo para encontrar qualquer solução para o fim da crise.
Ovídio Pequeno afirma, na mesma entrevista, que os fundos prometidos pela comunidade internacional na mesa redonda de Bruxelas com doadores não estão em risco.
“São engajamentos que os Estados e as organizações multilaterais assumiram e que vão com certeza cumprir, mas é precisa que internamente se criem condições para que haja a estabilidade”, alerta o diplomata são-tomense.

Um barco com 15 homens subsaarianos, alguns da G-Bissau atinge a costa de Ceuta

Um grupo de 15 imigrantes africanos, todos homens jovens, conseguiu atingir costa Ceuta a bordo de uma embarcação de madeira, sem serem vistos pelas câmaras de segurança da fronteira.


A chegada dos imigrantes ocorreu às 04:30 horas mais cedo ontem, quando os serviços da Guarda Civil notaram a presença de um tipo de barco de pesca e que o barco se ia aproximando da costa, como relatado em um comunicado Cruz Vermelha Espanhola.

A embarcação chegou à praia em águas da baía do sul da cidade, desembarcaram imigrantes em uma área rochosa e inacessível, onde já houve mais chegadas deste tipo.

A Guarda Civil controlava o grupo de 15 imigrantes africanos, todos os homens jovens, que foram tratados na mesma área pela Cruz Vermelha espanhola.

Nenhum dos migrantes teve de ser evacuado para o hospital, embora três deles foram tratados por feridas em diferentes partes do corpo, e mais duas contusões.

A organização humanitária distribuiu roupas, comida, bebida e kits de higiene para as pessoas atendidas, depois de se mudar para a área duas ambulâncias, resgatar um SUV, um veículo de transporte público e um veículo com uma dúzia de voluntários.

Sete dos imigrantes tratados vieram da Guiné-Bissau, Mauritânia três, dois da Guiné Conakry, dois de Burkina Faso e um da Gâmbia, terminando a sua atenção da assistencia às 06:15 horas.



OS 15 DEPUTADOS CONTESTATÁRIOS DO PAIGC DISPONÍVEIS AO DIALOGO OU VOTAM CONTRA O PROGRAMA DO GOVERNO


Os 15 deputados contestatários do PAIGC e que abstiveram na votação do programa do governo no passado 23 de Dezembro, convocaram os jornalistas para uma conferencia de imprensa ontem, dia 13 de Janeiro no Hotel Azalai em Bissau.

Uma conferencia de imprensa com presença de Braima Camara, Baciro Dja, Rui Dia de Sousa e outros, também contou com convidados como Carmelita Pires Helder Vaz e nao so.
Neste encontro, os contestatários enalteceram a importância do dialogo como a única forma de alcançar o entendimento e ultrapassar a prevalecente divergência existente no seio do partido. E por conseguinte, manifestaram-se abertos e disponíveis ao referido dialogo com a direção superior do partido.

Mas, conforme Suares Sambu, o porta-voz dessa conferencia de imprensa, os 15 deputados se confrontam com serias ameaças, mediante panfletos e cartas dirigidas as residências dos alvos. Com advertências de incendiarem as casas e de darem pancadas aos deputados em causa.

Segundo Suares Sambu, o grupo não põe em causa o programa em causa, mas existe um pressuposto fundamental que precisa encontrar um consenso dentro do partido, ou seja o programa do governo antes de tudo, deve ser aprovado pelo comité central do partido conforme as regras do regulamento interno do partido, o que não foi o caso desta vez.
Dai que deixam avisos de que se esse impasse interno ao for ultrapassado atravez de entendimento, agora não vão abstiver-se mas sim votam contra para chumbar o programa do governo.

O grupo desdobra-se agora em contactar as estruturas do partido a nível nacional para darem esclarecimento cabal das suas posições.

“ESTADO É MAIOR DEVEDOR DE APGB COM MAIS DE CINCO BILHÕES DE FRANCOS CFA

  Não dá para acreditar mas leia a notícia para tirar ilações. “Estado guineense é maior devedor de APGB, com mais de cinco bilhões de fr...